Simulador de títulos públicos: escolha o melhor título pra você no tesouro direto

Títulos públicos são uma boa pedida a quem quer sair da caderneta de poupança com a vantagem de entrar em uma aplicação ainda mais segura e com rendimento superior.

A forma mais acessível de fazer isso é através do Tesouro Direto, progama que é parceria entre o Tesouro Nacional e a B3 a fim de tornar os títulos públicos mais acessíveis ao público em geral.

Mas existem diferentes tipos de títulos públicos. Com o objetivo de ajudá-lo a escolher os melhores títulos públicos, o Tesouro Direto tem duas ferramentas:

  • Escolha: este simulador vai ajudar a escolher quais são os melhores títulos públicos a seu perfil; eu sugiro que use esta aqui primeiro, mesmo porque talvez se queira comprar títulos públicos de diferentes perfis (vou explicar mais à frente)
  • Simule: este simulador vai calcular aproximadamente os rendimentos em cada um dos títulos públicos. Observe que alguns títulos públicos são pós-fixados (não tem como saber exatamente eles vão render, mas o simulador vai calcular baseado em taxas de inflação e Selic estimadas)

O simulador de títulos públicos é particularmente interessante porque mesmo sendo no longo prazo, já nos ajuda a vislumbrar nosso futuro distante e ficamos mais animados em poupar.

Títulos públicos: simulador – Como escolher no Tesouro Direto?

Eu tenho um macete ao escolher entre os três principais tipos de títulos públicos que vou compartilhar agora.

Isso me dispensa o uso do simulador, visto que sei minhas necessidades como investidor e como cada um dos títulos públicos funciona.

Tesouro Selic

Este serve é o melhor a fundos de emergência.

Aquele de que precisamos caso fiquemos desempregados ou impossibilitados, por exemplo.

Ou pensando em um conserto inesperado ou algum problema de saúde.

Ele nunca vai variar negativamente. Sempre acompanhará a Selic durante a sua vigência.

Pode, então, ser resgatado a qualquer momento sem risco de prejuízo.

Tesouro Prefixado

O Tesouro Prefixado é o único que sabemos de antemão quanto valerá no final.

Se pagamos hoje R$ 700 por um, no final, no seu vencimento, valerá R$ 1.000.

Isso é ótimo se sabemos de quanto precisaremos ao final de um período, digo, o valor exato. Se preciso de R$ 20 mil daqui a um ano, compro 20 títulos a R$ 870, por exemplo, e pronto.

É um problema, porém, se, durante a sua vigência, o governo resolver aumentar a Selic. Além de, no meio do caminho, ele ser desvalorizado, ao final, ele acabará rendendo menos que um investimento indexado pela Selic. Se  precisar do dinheiro antes do vencimento, então, terá problemas.

Não é um problema, se, como explicado, sabíamos de quanto precisávamos ao final, pois ele renderá, no vencimento, o combinado no momento de sua aquisição.

Já se o governo reduzir a Selic, teremos o benefício de uma boa valorização. Nesse momento até cabe verificar se vale a pena o resgate antecipado.

Mas, não importa o que aconteça, no final esses títulos públicos terminam valendo sempre R$ 1.000 cada.

Então, os títulos públicos Tesouro Selic também serve a quem quer especular.

Com cupom de juros semestrais – Temos também os títulos públicos desse tipo que pagam juros semestrais, ideal a quem quer antecipar a remuneração antes do vencimento.

Tesouro IPCA+

O Tesouro IPCA+ sempre vai ganhar da inflação: paga o IPCA mais uma taxa fixa contratada na aquisição do título.

Pode-se dizer que ele é misto: com um rendimento conhecido (a taxa fixa) mais um desconhecido (o IPCA).

Ideal no longo prazo e a quem não quer perder o poder de compra de seu dinheiro ao longo das décadas.

Portanto pode ser uma boa pedida a quem quiser usar essa modalidade a fim de se aposentar num futuro distante.

Pode sofrer sérias volatilidades, maiores na proporção da distância do vencimento: se a Selic sobe, ele desvaloriza, se a Selic cai ele valoriza.

Mas ao vencimento, será paga a taxa combinada na aquisição dos títulos públicos. Então, se podemos deixar o nosso dinheiro nos títulos públicos até o final, não há com que se preocupar.

Essa influência da Selic também pode ser uma boa opção a quem tem o perfil de especulador, sobretudo se achamos que o governo vai baixar a taxa de juros básica da economia.

Com cupom de juros semestrais – Temos também os títulos públicos desse tipo que pagam juros semestrais, ideal pra quem quer antecipar a remuneração antes do vencimento.

Conclusão sobre Títulos Públicos: Simulador

Existem três tipos de títulos públicos principais como pudemos ver.

Parece pouco, mas eles satisfazem uma gama enorme de perfis, inclusive de especuladores (tem gente que já ganhou 50% do investimento durante o período em que a Selic caiu).

Um simulador pode ajudar você a escolher e até visualizar mais facilmente quanto terá ao final de um longo período de economia e investimento.

Mas é importante escolher os títulos públicos baseando-se nas características daquilo que você quer do seu dinheiro.

 

Por que Ibovespa tem mais pontos que Dow Jones

Por que Ibovespa tem mais pontos que Dow Jones?

Basicamente porque a composição desses índices é diferente, a moeda em que eles são formados é diferente, a metodologia de cálculo é outra e até a classe de entidades que escolhem as ações que fazem parte de cada um deles é distinta.

Mas vamos por parte para entender a diferença entre o Dow Jones e o Ibovespa.

Ibovespa (Índice Bovespa): por que tem mais pontos

O Ibovespa (Índice Bovespa), é uma carteira teórica formada por ações de companhias que representam cerca de 80% da movimentação em negócios da B3. A metodologia de seu cálculo está no site da bolsa de valores brasileira, que é a entidade que periodicamente atualiza o Ibovespa.

Trata-se de uma carteira teórica. Algumas empresas têm mais peso, outras menos. Se comprássemos ações na mesma proporção sugerida pela composição do Ibovespa teríamos, em reais, o mesmo número de pontos. Cada ponto equivaleria a R$ 1.

Hoje são 67 ações de diferentes companhias representadas: a que tem mais peso, no momento, é a Vale. Em segundo lugar vem os papéis do Itaú.

E de 4 em 4 meses esse número muda e as proporções também mudam, de acordo com a metodologia de cálculo e composição. Ações que passam a ter menos negócios saem e ações que passam a ter mais negócios entram para o Índice Bovespa (Ibovespa).

Dow Jones: por que tem menos pontos

O Dow Jones é também uma carteira teórica.

Mas é formada sempre por 30 ações das maiores empresas dos Estados Unidos, de um universo de 2400 empresas listadas. Esse número não varia nunca.

Para você ter uma ideia, a bolsa brasileira mal tem 400 empresas listadas na bolsa de valores.

Além disso, os pontos do Dow Jones equivalem a dólares.

E, finalmente, quem determina as ações que compõem o índice não é a bolsa de valores dos Estados Unidos, mas o jornal financeiro The Wall Street Journal, o mesmo fundado pelo criador do índice Dow Jones: Charles Dow, que também é “pai” da análise técnica, pela criação da Teoria de Dow.

Por que o Ibovespa tem mais pontos que o Dow Jones (Resumo)

  1. Mais empresas fazem parte da composição (entre 60 e 70, normalmente) de um universo de 400: o Dow Jones Industrial Average, é composto por ações de 30 companhias de um universo de 2400 listadas na Bolsa de Nova York
  2. Os pontos do Dow Jones equivalem a dólares a partir da cotação das 30 ações das empresas que o compõem e os pontos do Ibovespa equivalem a reais das hoje 67 empresas que o compõem
  3. As metodologias são diferentes: o Ibovespa é controlado pela B3 e o Dow Jones pelo Wall Street Journal

Atualmente, o Ibovespa está em 83 mil pontos e o Dow Jones em 12 mil.

Como investir na bolsa de valores passo a passo

Eu já escrevi um post sobre como investir na bolsa de valores antes.

Mas, agora, quero escrever um mais sintético e rápido, para que você entenda facilmente como é simples começar a investir na bolsa passo a passo.

Eu poderia dizer que é simples: 1. abra sua conta numa corretora. 2. compre ações.

Mas isso é tão ridículo e óbvio quando desinformativo.

Prefiro incluir nos passos detalhes que não necessariamente têm a ver com o investimento em si, mas que considero fundamentais antes de iniciar aplicações mais agressivas.

Também vou partir do pressuposto de que quem está lendo começa com dívidas e tem nenhum dinheiro guardado. Se não é o seu caso, ignore os primeiros passos e vá ao que interessa.

Sugiro que clique nos links que incluí para obter mais detalhes do que estou falando.

Provavelmente, algumas coisas vão parecer grego, mas relaxe que, aos poucos, com muita leitura, muitos vídeos, tudo vai ficar claro. É… se pensa que vai investir na bolsa sem aprender um monte de coisas novas, é melhor desistir agora. Você vai evitar de perder muito dinheiro.

1. Elimine, controle ou reduza suas dívidas

Se tem pouco controle de seu dinheiro, saiba que dificilmente vai superar na bolsa de valores os juros do cheque especial ou do cartão de crédito.

Só se for um gênio.

Mas, se fosse um gênio das finanças, estaria pouco individado no cheque especial ou no cartão de crédito. Negocie suas dívidas.

2. Controle suas finanças

Para conseguir se organizar financeiramente, sugiro que baixe para seu celular um aplicativo de controle financeiro.

Com isso, saiba exatamente, em tempo real, quanta grana tem e quanto ainda pode gastar no mês.

Uma grande vantagem de se controlar de perto os gastos é poder, de vez em quando, fazer aquela extravagância financeira sem que esse prazer seja estragado pela dúvida ou pela culpa de se ignorar se podia mesmo fazer aquele gasto.

3. Guardar dinheiro

Agora que seu dinheiro está sob controle, temos apenas aquelas dívidas planejadas, supostamente a prestação do carro ou da habitação.

Com sorte, nem essas.

Se for organizado, conseguirá guardar 20% daquilo que ganha por mês. Idealmente, 30%. Encare essa economia como a dívida que precisa pagar para seu eu futuro.

Se ganha R$ 3 mil por mês e guardar R$ 500, em 20 meses terá R$ 10 mil, sem contar os juros.

Com 10 mil, já pode começar a investir na bolsa de valores.

4. Você não vai investir todas as suas economias na bolsa de valores

Calma. Agora que está com seus R$ 10 mil, coloque apenas parte de seu suado dinheiro na bolsa.

Pode começar na bolsa de valores com pouco dinheiro. Até com meros R$ 350. Mas isso ainda é muito pouco.

Mas colocar todas as suas economias em renda variável vai fazer você se arrepender, vai mexer demais com seu emocional e pôr tudo a perder.

De fato, pode perder tudo. Tudo o que, no nosso exemplo, se levou 20 meses de privações para juntar.

Vamos colocar 20% desse valor, por exemplo. O equivalente a R$ 2 mil.

Mas vale a pena começar tendo tão pouco? Calma, já vamos responder a essa pergunta.

5. Agora você precisa abrir sua conta em alguma corretora da bolsa de valores

Nesta nova fase, abri minha conta na XP Investimentos. Só precisei preencher uma ficha online e pronto. Em alguns casos precisará enviar algumas cópias de documentos pelo correio, mas nem disso precisei.

Só isso.

Daí é só transferir os valores da sua conta no banco pra sua conta na corretora (via TED ou DOC). Importante que as duas contas estejam vinculadas ao mesmo CPF.

6. Agora é só começar a operar

Calma! Já deve ser a terceira ou quarta vez que uso esta palavra aqui. Mas uma das principais coisas que deve aprender pra começar a investir na bolsa de valores é deixar as emoções de fora.

Espere pra começar a operar!

É preciso estar ciente dos riscos envolvidos.

Também é má ideia comprar ações de qualquer empresa só porque se gostou da logo ou porque seu cunhado trabalha nela.

Neste momento, explique sua situação ao agente autônomo de investimento encarregado de sua conta.

Ele é um profissional capaz de orientá-lo e que tem todo o interesse que se envolva positivamente na bolsa de valores. Se você ganha, ele ganha.

Se ainda sabe pouquíssimo sobre bolsa de valores, provavelmente ele vai indicar um fundo de ações ou um clube de investimentos ou até mesmo alguma outra opção de renda fixa muito mais vantajosa que a caderneta de poupança.

Enquanto seu dinheiro está lá (no lucro ou no prejuízo, lembre-se: trata-se de renda variável), aprende-se mais sobre a bolsa de valores.

7. Aprender a investir na bolsa de valores

Agora que já tem dinheiro na corretora de valores e já está molhando as canelas no oceano dos investimentos de renda variável. Está se habituando a jargões e a situações novas.

Antes de tomar seus investimentos em suas mãos, terá que saber quais os critérios e análises podem ser usados na hora de decidir que ativos comprar e vender e quando sair das operações.

Provavelmente, tem muita coisa que agora você não sabe. Por exemplo, dá pra ganhar dinheiro mesmo se a bolsa está em queda.

Vai descobrir que existe a análise fundamentalista (que analisa os fundamentos da empresa que emitiu as ações) e a análise técnica, também conhecida como análise gráfica (que analisa os gráficos, ignorando fundamentos).

Uma coisa que vai ver é que as duas, contrariando o senso comum, ignoram as notícias econômicas (as notícias sempre chegam atrasadas em relação aos preços das ações e não são estatisticamente quantificáveis).

8. Agora sim! Comece a investir na bolsa de valores!

Depois de todo esse processo, já estará mais seguro.

Acima de tudo terá aprendido que a bolsa de valores não é casa de apostas, não é jogo de azar.

Terá aprendido também mecanismos a fim de não ser tomado por emoções como o medo e a ganância, que podem prejudicar – e muito – o seu investimento.

O mais famoso deles é o stop (que encerra a operação quando já se perdeu além do previsto ou quando já ganhou o suficiente).

Também terá aprendido estratégias e situações que fazem que você compre ou venda um ativo quando determinadas condições objetivas forem atendidas. Isto é: quando fica assim, de determinada maneira, eu inicio uma operação e, se não ficar assim, não inicio uma operação de jeito nenhum.

Também verá que existem diferentes tempos operacionais. Tem gente que entra em operações e sai em menos de cinco minutos delas. Tem gente que entra e e sai em pouco mais de meia hora. Ou que levam uma operação de um dia para o outro. Que fica semanas nas ações compradas. Meses. Anos.

A essa altura terá escolhido o seu tempo operacional.

9. Todas as possibilidades

Verá também que não existem só ações na bolsa de valores.

Existem opções (cuidado), contratos e minicontratos e outras possibilidades.

Sem falar nas escolhas de renda fixa que, numa corretora, apresentam taxas bem mais atrativas que as dos bancos.

10. Conclusão

Se eu fosse resumir todo o processo, eu diri que os passos mais importantes são:

  1. Juntar dinheiro de fato. Isto é, eliminar dívidas e ter um controle de seu dinheiro. De nada adianta ganhar 2% ao mês na bolsa (se for bom logo no começo, coisa que não deve acontecer) e perder 12% ao mês em um empréstimo
  2. Aprender sobre a bolsa de valores e renda variável em geral: como tomar decisões, riscos envolvidos e seu gerenciamento, técnicas, estratégias

Eu negritei riscos e seu gerenciamento. Não foi a toa. Se não souber fazer isso antes de começar a investir, vai tomar uma boa invertida.

Dizer que, pra começar a investir na bolsa de valores é preciso abrir uma conta em uma corretora é tão óbvio que, a essa altura, chega a ser ridículo.

Sua educação financeira é muito mais importante.

O que é candle – candlestick

Todos os candles nos dão quatro informações.

  1. Preço de abertura
  2. Preço de fechamento
  3. Preço máximo
  4. Preço mínimo

Cada uma dessas informações é relativa a um período da ação. Pode ser um minuto, uma hora, um dia, uma semana, um mês e até mesmo um ano. Não importa, pode ser qualquer subdivisão de tempo.

Os candles ou, mais corretamente, candlesticks, nos gráficos, em conjunto, formam padrões que podem indicar tendências de determinado ativo ou índice que se esteja acompanhando.

O nosso colaborador Osney Cola explica que aqueles em que ele está mais atento, em sua metodologia, são os padrões de reversão.

Os padrões de continuidade têm pouca função uma vez que se você estiver fora de uma operação ou dentro, não precisará mudar sua abordagem por conta deles, uma vez que prenunciam manutenção de determinada tendência da ação ou do ativo em que se está investindo.

Ainda assim, mesmo ao se deparar com um candle de reversão, é necessário levar em conta outras questões: relação risco-ganho, tendência, zonas de suporte e resistência.

Acompanhe a explicação no vídeo.

Como investir em ouro

Como investir em ouro? A famosa segurança do investimento em ouro atrai novos e velhos investidores. Pois fique esperto: esse metal não é para qualquer perfil e exige cuidado.

Comprar ouro é atraente nas horas em que a economia parece fraquejar e mesmo a renda fixa e quanto mais a renda variável não são mais portos seguros. De fato, uma maior demanda por essa commodity pode fazê-la entrar em tendência de alta. É a lei da oferta e da procura, quase tão natural quanto a lei da gravidade.

Pode acontecer que, justamente quando os iniciantes começarem a se perguntar como comprar ouro, seja o momento em que o mercado esteja começando a se estabilizar e outras alternativas de investimento passem a ser mais rentáveis. É sempre assim com os iniciantes: quando eles vão atrás de um investimento é justamente o momento em que é hora de pular fora dele. Portanto, vá devagar ao pote e fique atento. É preciso ter um mínimo de conhecimento das tendências econômicas para investir em ouro.

Existem diversos fatores a serem considerados:

  • tendência do dólar
  • tendência dos juros
  • tendência da bolsa de valores
  • crise ou estabilidade econômica mundial e influência sobre a economia local

Ok, entendi, mas…

como investir em ouro

… como investir em ouro?

Se ainda assim, sabendo da complexidade da coisa, você pretende investir em ouro, é razoavelmente simples.

Quase do mesmo jeito como você investe em ações.

Você precisa ter uma conta em uma corretora listada na BM&FBovespa. Então, através de contratos:

  • contratos de lote padrão: 250 g
  • contratos fracionários: 10 g e 0,225 g

Atenção: apesar de serem mais fáceis de comprar para quem quer investir pouco dinheiro em ouro eles são mais difíceis de negociar mais tarde por terem pouca liquidez.

Curiosidade: você pode escolher levar seu ouro para casa. Pra isso, você requisitará através de sua corretora e indicar à BM&FBovespa o banco onde pretende retirá-las. Porém, nesse caso, o ouro perde o valor de ativo negociável em bolsa. Isto é, fica ainda mais complicado negociá-lo. Melhor, portanto, não levá-lo para casa. A não ser que você esteja apostando em um apocalipse do sistema financeiro ou coisa assim.

Bolsas de Valores: as 10 maiores do mundo

Lista das 10 maiores bolsas de valores do mundo segundo estatísticas de 2011 produzidas pela World Federation of Exchanges usando a capitalização de mercado produzida até dia 31 de dezembro daquele ano:

  1. NYSE Euronext:  a NYSE Euronext é um grupo de bolsas de valores da Europa e dos Estados Unidos da América, com representações na Bélgica, França, Holanda, Portugal, Reino Unido e Estados Unidos (NYSE).
  2. Nasdaq OMX: o NASDAQ (National Association of Securities Dealers Automated Quotations, em Português Associação Nacional Corretora de Valores e Cotações Automatizadas) é uma Bolsa de valores eletrônica, constituída por um conjunto de corretores conectados por um sistema informático. Esta bolsa de valores lista mais de 2800 ações de diferentes empresas, em sua maioria de pequena e média capitalização. Caracteriza-se por compreender as empresas de alta tecnologia em eletrônica, informática, telecomunicações, biotecnologia, etc.
  3. Bolsa de Valores de Tóquio: a Bolsa de Valores de Tóquio é a segunda maior bolsa de valores do mundo em valor de mercado, atrás apenas da New York Stock Exchange. Está localizada em Tóquio, Japão e está entre as bolsas mais dinâmicas e importantes do mundo. Seu índice de referência é o NIKKEI 225.
  4. Bolsa de Valores de Londres: Bolsa de Valores de Londres ou em inglês London Stock Exchange (LSE) é a bolsa de valores localizada em Londres, a principal da Inglaterra e do Reino Unido. Fundada em 1801, é uma das maiores do mundo, com companhias britânicas e transnacionais sendo negociadas. Remonta sua história a 1697 quando John Castaing, colocado en um escritório no Coffee-House of Johnatan, publicou os preços das ações e das matérias primas.
  5. Bolsa de Valores de Xangai: a Bolsa de Valores de Xangai, ou Shanghai Stock Exchange (SSE) foi fundada em 26 de novembro de 1990, entrando em operação em 19 de dezembro do mesmo ano. É uma instituição diretamente governada pela China Securities Regulatory Commission(CSRC). A SSE baseia seu desenvolvimento no princípio de legislação, supervisão, auto-regulação e padronização, visando criar um mercado eficiente, seguro, aberto e transparente. O principal índice desta Bolsa de Valores é o SSE 180.
  6. Bolsa de Valores de Hong Kong: a Bolsa de Valores de Hong Kong (aportuguesado como Bolsa de Valores de Honguecongue) é a mais tradicional Bolsa de Valores da Grande China.
  7. Bolsa de Valores de Toronto: o Toronto Stock Exchange (Bolsa de Valores de Toronto, em português), cuja abreviação oficial é TSX, é a maior bolsa de valores do Canadá, a segunda maior do continente americano, e a sexta maior do mundo. O Toronto Stock Exchange movimenta anualmente mais de 1,62 trilhão de dólares. O Toronto Stock Exchange emprega 510 pessoas. Sua sede está localizada em Toronto, próxima ao cruzamento da Bay Street com a King Street, o coração financeiro da cidade.
  8. Bolsa de Valores de São Paulo: é a nossa BM&FBovespa
  9. Australian Securitie Exchanges: Bolsa de Valores da Austrália, ou Bolsa de Valores de Sidney, ou ainda em inglês, Australian Securities Exchange (ASX) é uma bolsa de valores localizada em Sydney, Austrália. É a maior bolsa de valores da Oceania.
  10. Deutsche Börse  AG: é um agente de comercialização de valores mobiliários. Tem escritórios na Alemanha, Luxemburgo, Suíça e Espanha, bem como representações em Londres, Paris, Chicago, Nova York, Hong Kong e Dubai.

maior bolsa de valores do mundo

Informações: Wikipedia