Bolsa de Valores

Como investir na bolsa de valores

“Tenho alguns posts que podem ajudar a aprender a negociar no mercado de ações e ganhar dinheiro. O ideal é fazer um investimento em um curso sobre a bolsa de valores e como aplicar na bolsa de valores ou mesmo ficar um tempo em um simulador da bolsa antes de um passo mais comprometido. Em todo o caso, os artigos a seguir podem ajudar.”

Investir com o mercado em baixa

Postado por Alessandro Martins em - Vídeos sobre bolsa de valores

Neste vídeo você aprenderá os três cenários possíveis da bolsa de valores: tendência de alta, tendência de baixa e sem tendência. Você verá que até na tendência de baixa é possível ter bons lucros.

Mas que num mercado sem tendência os riscos são maiores.

O que é consolidação?

Quando falamos de bolsa de valores sempre estamos querendo saber se ela está subindo ou caindo.

Porém, há diversos momentos em que a bolsa de valores não está nem subindo nem caindo.

Nestes momentos, a bolsa de valores está consolidando. Ou seja: está sem direção, sem uma tendência definida. Andando de lado. Nem subindo nem descendo.

Isso é bom ou ruim?

Não é o melhor cenário.

Para quem faz operações que visam o curto e o médio prazo é muito mais interessante que exista uma tendência definida, seja caindo ou subindo, não importa a direção.

Quando o mercado está subindo, ótimo. É o melhor cenário (entre aspas), pois é quando o investidor compra os ativos aguardando a valorização alvo.

Agora, para o mercado em clara queda, quando não vale a pena comprar os ativos, o melhor é fazer uma operação de venda.

Normalmente, o investidor aluga ações, vende e quando o preço da ação atinge o patamar desejado, mais abaixo, elas são recompradas e devolvidas a quem cedeu o empréstimo.

Parece complexo, mas é muito simples, sem burocracia ou grandes riscos (desde que é claro, você tenha uma estratégia de gerenciamento de riscos).

Já o mercado sem direção há uma certa dificuldade. Pois o mercado não tem direção. Achamos que vai subir e ele volta cair. Achamos que vai cair mais e ele volta a subir.

Tendência de alta, o zig zag é ascendente. Tendência de baixa, zig zab para baixo.

Na consolidação, o zig zag anda de lado.

Portanto: tendência de alta, tendência de baixa são bons para investir. Sem tendência: melhor não investir.

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De olho nos 46 mil e nos 51 mil pontos do Ibovespa

Postado por Alessandro Martins em - Vídeos sobre bolsa de valores

Neste vídeo, a Equipe Trader, representada por Osney Cola e, pela primeira vez, por André Moraes, faz uma análise técnica do atual cenário da Bovespa.

Os dois observam a consolidação de um movimento lateralizado. Não há uma tendência definida nem de alta nem de baixa. Ainda que o gráfico diário aponte para uma tendência de queda, não é o momento para se posicionar com clareza em operações de venda.

Dois pontos importantes:

  • No que diz respeito ao Índice Bovespa, os 46 mil pontos são um ponto de suporte importante, que já foi testado três vezes no gráfico semanal; dificilmente ele será ultrapassado para baixo. Mas, se romper, abre espaço para muita queda: o próximo suporte seria nos 40 mil pontos, o que dá 15% de target
  • O rompimento dos 50 mil pontos também é importante, mas uma vez rompida essa resistência o target é menor. A partir dela há diversas resistências intermediárias muito próximas umas das outras. Uma delas é a dos 51 mil pontos, que já foi testada 7 vezes nos últimos dois anos e sempre funciona como região de suporte ou resistência.
  • Porém, rompendo acima dos 51 mil pontos, a próxima resistência é nos 60 mil pontos, o que já dá um target mais apetitoso.

Resumindo: enquanto o mercado estiver com o Ibovespa entre 46 mil e 51 mil pontos tudo é indefinido. Abaixo ou acima disso, bons negócios surgirão com maior clareza, seja para posições vendidas ou compradas, respectivamente.

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Minicurso: como ganhar dinheiro com a bolsa em queda

Postado por Alessandro Martins em - Vídeos sobre bolsa de valores

Você sabia que pode operar tanto com o mercado em alta como em baixa?

Lucrar com o mercado em queda é um desafio para quem que ganhar dinheiro operando tanto Swing Trade como Day Trade, comprando e vendendo ações ou outros ativos.

Neste vídeo o Hamilton Ribas, traz uma aula que é um tutorial sobre como fazer o aluguel e a venda descoberta, de maneira prática e simples.

A operação de venda descoberta ou aluguel é muito útil e pode ser usada para ações, mini contrato / mercado futuro Ibovespa, opções, commodities etc.

Assista esse mini curso que te ensina a ganhar com o mercado em queda da bolsa e de seus ativos.

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Qual o valor mínimo para investir na bolsa de valores?

Postado por Alessandro Martins em - Tudo sobre Bolsa de Valores

Qual o valor mínimo para investir na bolsa de valores?

Dentro do mercado financeiro você tem diversas opções entre o mercado de renda variável (como a bolsa, por exemplo) e o de renda fixa (como os títulos da dívida pública).

A recomendação é diversificar entre a renda fixa e a renda variável. Não é o ideal deixar todos os ovos na mesma cesta.

Pra você começar a investir no mercado de ações, no entanto, você tem algumas escolhas:

Lote padrão: múltiplos de 100 unidades, valor mínimo de R$ 100 e contando com a alavancagem de 15 vezes, o que dá R$ 1500. Esse é o valor minimo. Não quer dizer que seja o valor recomendável.

Lote fracionário: as ações são vendidas em unidades. O valor mínimo é o valor unitário do papel. Aí dá até para começar com R$ 15. Mais uma vez: esse valor é o mínimo. Não o recomendável.

Mercado de opções: não tem como negociar no fracionário. Não há como negociar menos de 100 opções por vez. O valor mínimo é de, em média, R$ 100.

IPO (quando a empresa abre o capital): valor mínimo, R$ 200.

Mercado Futuro: o mini índice, R$ 200 para day trade (compra e venda no mesmo dia) e para swing trade (mais de um dia), R$ 2500. Mini dólar: R$ 400 para day trade e, para swing trade, R$ 1500. Índice padrão: R$ 1000 reais por contratos e, como o mínimo são 5 contratos, o valor mínimo é de R$ 5 mil para day trade e R$ 15 mil para swing trade.

Tesouro direto: o valor mínimo é de R$ 70, para comprar um décimo de um título (tem dado mais que a poupança e tem menos risco).

LCI, LCA e CDB: R$ 5000 é o valor mínimo.

Debêntures: R$ 1000 o valor mínimo.

ETF e fundos imobiliários: R$ 100.

Para você saber exatamente quando você deve investir vai depender de diversos fatores, como o seu conhecimento e margem de risco, sobretudo quando você está começando.

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Esquema Ponzi não é pirâmide

Postado por Alessandro Martins em - Outros investimentos

A fraude financeira promovida por Charles Ponzi tem características únicas que a distinguem de outras fraudes financeiras: ativo-objeto inusitado, retorno extraordinário e construção da confiança. Ponzi é na verdade uma questão de crédito, de crédito invertido.

Há uma tendência a associá-lo a outras fraudes, e não é rara a definição de Esquema Ponzi como uma pirâmide financeira. Isso se dá porque, à exceção da construção da confiança, as duas modalidades compartilham certas características. A imediata associação visual à imagem de uma pirâmide atende à necessidade de rápida explicação do esquema de Charles Ponzi.

No afã de transmitir o modus operandi da fraude, imprensa e autoridades acabam por defini-la como se fosse uma pirâmide financeira. Entretanto há diferenças significativas entre esses dois tipos de fraude:

Esquema Ponzi

  1. O fraudador tem o controle e pode decidir, na maioria das vezes, quando descontinuar o esquema.
  2. O retorno financeiro obtido pelo participante em um Esquema Ponzi está correlacionado, exclusivamente, com o capital por ele investido.
  3. Funciona com o contínuo pagamento dos primeiros entrantes com os recursos oferecidos pelos entrantes mais recentes, sem a preocupação com o recrutamento ou com a posição ocupada na estrutura por cada participante.
  4. O recrutamento de novos investidores garante unicamente novos recursos para que os contratos vincendos sejam honrados, sem alterar a rentabilidade de um investidor.
  5. Interação como o operador da fraude: o participante tende a interagir diretamente com o operador do esquema, tornando todo o relacionamento mais pessoal, o que favorece a aplicação de atributos do promotor na conquista de investidores.
  6. Apresenta um padrão de colapso mais lento, quase cambaleando até o final, dependendo de como os participantes reinvestem seus ganhos e de como o operador lida com as primeiras oposições ao esquema.

Pirâmides Financeiras

  1. Os promotores ou iniciadores não têm quaisquer controles sobre o andamento da movimentação financeira, no que dependerão das ações dos novos entrantes.
  2. Um investidor recebe retornos crescentes em função do número de novos participantes que entrem abaixo dele na estrutura da pirâmide.
  3. Naturalmente, o recrutamento de novos entrantes consiste em fator necessário nos dois tipos de fraude.
  4. O recrutamento de novos participantes é crucial para que aqueles já dentro da pirâmide alcancem o retorno extraordinário prometido.
  5. Interação com o promotor do negócio: o participante, por vezes, nem chega a conhecer o promotor original, dado que aqueles participantes mais recentes entram em níveis mais afastados do promotor.
  6. O colapso normalmente se dá de imediato, pois o negócio exige que um número de novos participantes a cada nível cresça exponencialmente, o que se torna muito difícil ou quase impossível em certo momento.

Livro

capa do livro Esquema Ponzi Como Tirar Dinheiro dos Incautos de Fabio Cres

Muito utilizada pela imprensa e por pessoas do meio financeiro ou jurídico, a associação de Esquemas Ponzi com pirâmides financeiras é equivocada. Para desfazer esse equívoco, o livro “Esquema Ponzi: como tirar dinheiro dos incautos”, de Fabio Cres, traz um capítulo com essas que explica que cada um desses tipos de fraudes tem seu modelo de engajamento e de rentabilidade próprio.

O livro está disponível em eBook em formato convencional (POD, papel, “paperback”):

http://amzn.com/B00MBFDX6U

E também em eBook:

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Por que ganhar dinheiro na bolsa de valores é difícil?

Postado por Alessandro Martins em - Tudo sobre Bolsa de Valores

Por que é difícil ganhar dinheiro na bolsa de valores?

Essa pergunta acaba sendo um desafio para responder, pois são muitos aspectos que influenciam o sucesso e o fracasso de uma pessoa no mercado da bolsa de valores.

Para muitos, um dos principais motivos de prejuízo é a dificuldade para manter a posição, principalmente se ela começar a trazer retorno.

Basta subir um pouquinho e você já começa a fazer contas e percebe que estaria ganhando um valor razoável. A seguir o papel cai um pouco e você volta a fazer contas. Você percebe que terá um lucro, ainda, mas um pouco menor. E você já se arrepende de não ter saído da operação.

A partir daí você já fica bastante vulnerável a tomar atitudes não racionais, agindo movido pelo emocional.

Esse exemplo mostra como somos desafiados diariamente pelo mercado. E o que está em jogo é sempre nosso dinheiro. Se você tem uma estratégia e a disciplina para segui-la a risca, você terá mais chance de ganhar dinheiro na bolsa de valores.

Se você tem uma estratégia que, no longo prazo, é vencedora e tiver a disciplina de segui-la a risca sem se deixar levar pelo emocional, obter resultados será muito mais fácil.

Claro, uma ou outra operação dará errado, mas no cômputo geral, haverá lucro. O segredo é executar suas estratégias rigorosamente e à risca.

Se você não tem nenhuma estratégia, você precisa aprender.

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