Bolsa de Valores

Como investir na bolsa de valores

“Tenho alguns posts que podem ajudar a aprender a negociar no mercado de ações e ganhar dinheiro. O ideal é fazer um investimento em um curso sobre a bolsa de valores e como aplicar na bolsa de valores ou mesmo ficar um tempo em um simulador da bolsa antes de um passo mais comprometido. Em todo o caso, os artigos a seguir podem ajudar.”

Qual o valor mínimo para investir na bolsa de valores?

Postado por Alessandro Martins em - Tudo sobre Bolsa de Valores

Qual o valor mínimo para investir na bolsa de valores?

Dentro do mercado financeiro você tem diversas opções entre o mercado de renda variável (como a bolsa, por exemplo) e o de renda fixa (como os títulos da dívida pública).

A recomendação é diversificar entre a renda fixa e a renda variável. Não é o ideal deixar todos os ovos na mesma cesta.

Pra você começar a investir no mercado de ações, no entanto, você tem algumas escolhas:

Lote padrão: múltiplos de 100 unidades, valor mínimo de R$ 100 e contando com a alavancagem de 15 vezes, o que dá R$ 1500. Esse é o valor minimo. Não quer dizer que seja o valor recomendável.

Lote fracionário: as ações são vendidas em unidades. O valor mínimo é o valor unitário do papel. Aí dá até para começar com R$ 15. Mais uma vez: esse valor é o mínimo. Não o recomendável.

Mercado de opções: não tem como negociar no fracionário. Não há como negociar menos de 100 opções por vez. O valor mínimo é de, em média, R$ 100.

IPO (quando a empresa abre o capital): valor mínimo, R$ 200.

Mercado Futuro: o mini índice, R$ 200 para day trade (compra e venda no mesmo dia) e para swing trade (mais de um dia), R$ 2500. Mini dólar: R$ 400 para day trade e, para swing trade, R$ 1500. Índice padrão: R$ 1000 reais por contratos e, como o mínimo são 5 contratos, o valor mínimo é de R$ 5 mil para day trade e R$ 15 mil para swing trade.

Tesouro direto: o valor mínimo é de R$ 70, para comprar um décimo de um título (tem dado mais que a poupança e tem menos risco).

LCI, LCA e CDB: R$ 5000 é o valor mínimo.

Debêntures: R$ 1000 o valor mínimo.

ETF e fundos imobiliários: R$ 100.

Para você saber exatamente quando você deve investir vai depender de diversos fatores, como o seu conhecimento e margem de risco, sobretudo quando você está começando.

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Esquema Ponzi não é pirâmide

Postado por Alessandro Martins em - Outros investimentos

A fraude financeira promovida por Charles Ponzi tem características únicas que a distinguem de outras fraudes financeiras: ativo-objeto inusitado, retorno extraordinário e construção da confiança. Ponzi é na verdade uma questão de crédito, de crédito invertido.

Há uma tendência a associá-lo a outras fraudes, e não é rara a definição de Esquema Ponzi como uma pirâmide financeira. Isso se dá porque, à exceção da construção da confiança, as duas modalidades compartilham certas características. A imediata associação visual à imagem de uma pirâmide atende à necessidade de rápida explicação do esquema de Charles Ponzi.

No afã de transmitir o modus operandi da fraude, imprensa e autoridades acabam por defini-la como se fosse uma pirâmide financeira. Entretanto há diferenças significativas entre esses dois tipos de fraude:

Esquema Ponzi

  1. O fraudador tem o controle e pode decidir, na maioria das vezes, quando descontinuar o esquema.
  2. O retorno financeiro obtido pelo participante em um Esquema Ponzi está correlacionado, exclusivamente, com o capital por ele investido.
  3. Funciona com o contínuo pagamento dos primeiros entrantes com os recursos oferecidos pelos entrantes mais recentes, sem a preocupação com o recrutamento ou com a posição ocupada na estrutura por cada participante.
  4. O recrutamento de novos investidores garante unicamente novos recursos para que os contratos vincendos sejam honrados, sem alterar a rentabilidade de um investidor.
  5. Interação como o operador da fraude: o participante tende a interagir diretamente com o operador do esquema, tornando todo o relacionamento mais pessoal, o que favorece a aplicação de atributos do promotor na conquista de investidores.
  6. Apresenta um padrão de colapso mais lento, quase cambaleando até o final, dependendo de como os participantes reinvestem seus ganhos e de como o operador lida com as primeiras oposições ao esquema.

Pirâmides Financeiras

  1. Os promotores ou iniciadores não têm quaisquer controles sobre o andamento da movimentação financeira, no que dependerão das ações dos novos entrantes.
  2. Um investidor recebe retornos crescentes em função do número de novos participantes que entrem abaixo dele na estrutura da pirâmide.
  3. Naturalmente, o recrutamento de novos entrantes consiste em fator necessário nos dois tipos de fraude.
  4. O recrutamento de novos participantes é crucial para que aqueles já dentro da pirâmide alcancem o retorno extraordinário prometido.
  5. Interação com o promotor do negócio: o participante, por vezes, nem chega a conhecer o promotor original, dado que aqueles participantes mais recentes entram em níveis mais afastados do promotor.
  6. O colapso normalmente se dá de imediato, pois o negócio exige que um número de novos participantes a cada nível cresça exponencialmente, o que se torna muito difícil ou quase impossível em certo momento.

Livro

capa do livro Esquema Ponzi Como Tirar Dinheiro dos Incautos de Fabio Cres

Muito utilizada pela imprensa e por pessoas do meio financeiro ou jurídico, a associação de Esquemas Ponzi com pirâmides financeiras é equivocada. Para desfazer esse equívoco, o livro “Esquema Ponzi: como tirar dinheiro dos incautos”, de Fabio Cres, traz um capítulo com essas que explica que cada um desses tipos de fraudes tem seu modelo de engajamento e de rentabilidade próprio.

O livro está disponível em eBook em formato convencional (POD, papel, “paperback”):

http://amzn.com/B00MBFDX6U

E também em eBook:

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Por que ganhar dinheiro na bolsa de valores é difícil?

Postado por Alessandro Martins em - Tudo sobre Bolsa de Valores

Por que é difícil ganhar dinheiro na bolsa de valores?

Essa pergunta acaba sendo um desafio para responder, pois são muitos aspectos que influenciam o sucesso e o fracasso de uma pessoa no mercado da bolsa de valores.

Para muitos, um dos principais motivos de prejuízo é a dificuldade para manter a posição, principalmente se ela começar a trazer retorno.

Basta subir um pouquinho e você já começa a fazer contas e percebe que estaria ganhando um valor razoável. A seguir o papel cai um pouco e você volta a fazer contas. Você percebe que terá um lucro, ainda, mas um pouco menor. E você já se arrepende de não ter saído da operação.

A partir daí você já fica bastante vulnerável a tomar atitudes não racionais, agindo movido pelo emocional.

Esse exemplo mostra como somos desafiados diariamente pelo mercado. E o que está em jogo é sempre nosso dinheiro. Se você tem uma estratégia e a disciplina para segui-la a risca, você terá mais chance de ganhar dinheiro na bolsa de valores.

Se você tem uma estratégia que, no longo prazo, é vencedora e tiver a disciplina de segui-la a risca sem se deixar levar pelo emocional, obter resultados será muito mais fácil.

Claro, uma ou outra operação dará errado, mas no cômputo geral, haverá lucro. O segredo é executar suas estratégias rigorosamente e à risca.

Se você não tem nenhuma estratégia, você precisa aprender.

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Bolsa de valores em alta ou em baixa? O que é melhor operar?

Postado por Alessandro Martins em - Tudo sobre Bolsa de Valores

Este vídeo da Equipe Trader, agente autônomo de investimentos, traz diversas dúvidas e respostas para os iniciantes na bolsa de valores.

A primeira delas é: podemos usar a análise fundamentalista para fazer operações de day trade?

A análise fundamentalista estuda os fundamentos da empresa. Por exemplo: demonstrativo de resultado de exercício, balanço patrimonial, fluxo de caixa, se o lucro é crescente, se ela está numa perspectiva positiva; todos os fatores que determinam a “saúde” da empresa são abordados na escola fundamentalista.

A escola técnica, no entanto, não se baseia em fundamentos. Ela se baseia apenas naquilo que o gráfico está mandando você fazer. Se o gráfico está mandando você comprar você compra e se manda vender você vende (de acordo com determinados setups e estratégias).

Se você opera no curto prazo, caso do Day Trade, você vai perceber que os fundamentos não vão determinar muito os movimentos da ação.

Você prefere operar com o mercado em alta ou em baixa?

Como o aspecto econômico das ações, é melhor operar em alta. Isso significaria que o mercado está em aquecimento. É mais interessante para os investidores.

No entanto também dá para operar com o mercado em queda. E os traders preferem: o lucro vem mais rápido. O mercado sobe de escada e desce de elevador.

No entanto, para operar em queda você precisa ter um pouco mais de experiência para não ter problemas.

A perda, no entanto, só acontece se você não tiver uma estratégia.

O que fica muito difícil é quando o mercado está lateralizado, porque fica difícil identificar a tendência.

Assim, a tendência é mais fácil. Subindo ou descendo.

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Como se proteger dos gaps na bolsa de valores

Postado por Alessandro Martins em - Vídeos sobre bolsa de valores

Como podemos nos defender dos gaps?

Pera aí! Como vou me defender de uma coisa que nem sei direito o que é?

Então, em primeiro lugar, precisamos saber o que são gaps.

Os preços das ações diariamente oscilam. Sobem, descem, descem mais, voltam a subir.

Mas no final do pregão acontece o leilão de fechamento que tem como uma das funções definir o preço de fechamento das ações.

Digamos que determinada ação teve seu preço de fechamento em R$ 20. Ou seja: o último negócio que aconteceu com aquela ação no pregão foi a R$ 20.

No outro pregão, no dia seguinte, qual será o preço de abertura?

O primeiro negócio do dia vai ser a R$ 20 porque foi o preço de fechamento do pregão anterior? Nós não sabemos.

O valor do primeiro negócio será definido no leilão de abertura.

Todos os dias isso acontece com todos os papéis da bolsa de valores.

Vamos supor que aquele papel que fechou a R$ 20 teve um valor de abertura de R$ 18.

Ou seja: entre o preço de fechamento e o preço de abertura não houve negociação.

Este espaço entre os preços de fechamento e abertura é chamado de gap.

As pessoas que tinham essa ação em sua carteira de ações, dormiram compradas, elas acabaram sofrendo com essa desvalorização e não puderam fazer nada: não puderam vender a R$ 19 ou a R$ 19,50.

Será que você pode correr o risco de tomar um prejuízo por causa de um gap?

A resposta é sim. Isso pode acontecer.

Podem acontecer gaps de alta e de baixa a qualquer momento.

Mas existem algumas medidas que você pode tomar para que as chances de isso acontecer diminuam bastante.

Duas dicas.

A primeira delas é: opere a favor da tendência. Isso faz toda a diferença. Você pode observar que os grandes gaps na sua maioria são a favor da tendência.

Antes de um grande gap de baixa, haverá uma tendência de baixa.

Antes de um grande gap de alta, haverá uma tendência de alta.

A segunda dica: operar papéis de boa liquidez, com grande volume de negócios diários. Para manipular um papel desses, para haver uma manipulação de preço é muito difícil.

Tomando esses cuidados, pode dormir tranquilo que, se houver um gap será a favor de sua posição.

Se o gap for contrário, provavelmente, mas não certamente, ele será pequeno e seu prejuízo será pequeno.

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Diferença entre ações ordinárias (ON) e ações preferenciais (PN)

Postado por Alessandro Martins em - Análise técnica da bolsa de valores Vídeos sobre bolsa de valores

Uma das principais dúvidas do iniciante na bolsa é a diferença entre ações ordinárias (ON) e ações preferenciais (PN).

Neste vídeo, Osney Cola nos mostra quais são as diferenças entre elas.

Por alguma razão, os investidores mais experientes estão mais focados nos papéis preferenciais, sempre que estão estudando ou operando.

Algumas empresas têm ações preferenciais e ordinárias.

As preferenciais têm preferência na distribuição de dividendos e as ordinárias têm direito a voto.

Todas as empresas têm ações ordinárias. Mas nem todas tem ordinárias e preferenciais.

Por exemplo, Petrobras tem ações preferenciais e ordinárias. Banco do Brasil não.

No caso de um controlador, o personagem que quer controlar ou mandar numa empresa, o interesse dele é ter o máximo de ações ordinárias. No caso, mais da metade das ações ordinárias.

Na Petrobrás, por exemplo, o governo federal tem mais da metade das ações ordinárias. Já entre as preferenciais, o governo não tem nenhuma.

No caso de uma empresa que tenha apenas ações ordinárias, o controlador terá que ter mais da metade de todas as ações totais.

O investidor da Bolsa de Valores foca em ações preferenciais porque elas têm muito mais liquidez.

São mais negociadas e, portanto, são mais fáceis de comprar e vender e, por consequência, produzem mudanças gráficas mais relevantes e mais passíveis de uma análise mais precisa.

As ordinárias, por sua vez, têm um volume de negócios bem menor, pois não costumam ser negociadas.

A outra vantagem das preferenciais é a preferência no recebimento de dividendos.

Mas o principal motivo é a liquidez e o número de negócios feitos com as preferenciais.

Quando não há ações PN, então foca-se nas ONs mesmo, pois uma boa parte delas estará em circulação e terá liquidez.

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