Como investir na Bolsa: tenho alguns artigos que podem ajudar nos seus investimentos na Bovespa, aprender a comprar ações e aumentar a cotação do futuro de seu dinheiro. O ideal mesmo é fazer um investimento em um curso sobre a bolsa de valores ou mesmo dispender algum tempo em um simulador da bolsa antes de dar um passo mais comprometido. Em todo o caso, os artigos a seguir podem ajudar:
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O mercado de opções e suas vantagens na crise »
Por Alessandro Martins em 10.3.2010 como Dicas importantes sobre investimento na bolsa | Sem comentários
Este artigo é de autoria do articulista convidado Ricardo Loureiro, desenvolvedor da ferramenta de opções InvestOpções, que oferece gráficos de operações com opções de qualquer ativo, analisa as melhores opções para venda coberta, saldo de trava em tempo real nos radares, probabilidade de exercício nas opções, lucro das operações, taxas de financiamento em tempo real, entre outras funcionalidades. Clique aqui para fazer um teste grátis.
A recente crise internacional afetou de surpresa investidores de forma geral e, de forma especial, muitos iniciantes, que se viram atraídos pelos recentes ganhos obtidos na bolsa de valores, nos últimos anos. No Brasil, hoje, menos de 0,5% das pessoas físicas investem em renda variável, contrastando com os mais de 50% dos norteamericanos que negociam ações diretamente na bolsa. No início de 2008, o Índice Bovespa oscilava nas alturas, às vésperas de o Brasil receber o esperado título de Grau de investimento. O que se viu foi uma crescente procura da pessoa física pelo aprendizado em Bolsa de Valores. Entender que uma ação é a menor parte do capital social de uma empresa e como são realizadas as negociações através de um homebroker eram os passos iniciais e, muitas vezes, suficientes para o início das operações.
Nesse meio termo, a popularização do mercado de opções como algo complicado ou mesmo perigoso fez com que uma determinada fatia daqueles investidores não se interessassem pelo assunto. Entretanto, diante da crise que, então, provocou perdas patrimoniais praticamente generalizadas, ganharam conotação especial as estratégias com opções, pela possibilidade de proteção da carteira de ações e pelas taxas de rentabilidade que podem ser conseguidas de diversas formas, com as ações em alta, em baixa ou mesmo “de lado”.
Mas, enfim, o que são opções?
As opções de compra de ações são derivativos, pois derivam das ações correspondentes. Observe o exemplo abaixo, em que as ações foram substituídas por um terreno:
Você tem um terreno de R$ 80.000,00, e alguém, achando que o mesmo será valorizado para mais de R$ 100.000,00, mas não disposto a gastar todo esse dinheiro hoje, propõe-lhe um acordo: paga-lhe R$ 3.000,00 hoje, adquire o direito de comprar o seu terreno por R$ 100.000,00 após 30 dias. Caso seja de interesse dele comprá-lo no dia do vencimento (para ele, só valerá a pena se tiver sido valorizado para mais de R$ 100.000,00), você está obrigado a vendê-lo por R$100.000,00, mesmo que esteja sendo negociado mais caro no mercado.
Da mesma forma há a negociação de opções no Brasil com vencimento na terceira segunda-feira de cada mês. Atualmente, as opções mais negociadas são as de Petrobrás e as de Vale. Antes da data de vencimento, existem expectativas no mercado que fazem investidores pagarem prêmios para comprar ações por determinado valor, assim como houve quem lhe oferecesse R$ 3.000,00 pela possibilidade de alta do preço do terreno. Há quem pague, por exemplo, R$ 1,00 para lhe comprar suas ações da Petrobrás no próximo mês por R$ 50,00 mesmo ela estando valendo hoje apenas R$ 48,50. Para entender de forma mais simples, observe o exemplo abaixo, em que temos uma piscina completamente cheia de água. Na borda, o preço atual de mercado da ação.
Você pode, a cada vencimento de opções, vender opções sobre as ações que possui.Em troca de um prêmio recebido, limitará o ganho com a ação até um certo valor em caso de alta, mas quando a bolsa cai, embolsa o prêmio, trazendo-lhe alguma sensação de conforto mesmo com a queda de preço das ações. Essa operação é muito usada por investidores de longo prazo, que vêem na estratégia uma possibilidade de crédito extra mensal, que pode, inclusive, ser utilizado na compra de mais ações, as quais estão, após uma queda, a preços bem mais atrativos. O nome desta operação é “venda coberta de opções”, pois a preocupação principal deve ser a de lançar, no máximo, um número de opções igual ao número de ações da carteira.
Veja na tabela abaixo a variação das cotações das ações entre os dias de exercício de cada mês nos últimos 3 anos:
Quem optou por lançar sempre a opção com preço de exercício 10% acima da cotação atual do ativo foi exercido 9 vezes em 3 anos em Petrobrás, e 10 vezes em Vale. valeu a pena? Esta pergunta não pode ser respondida tão simplesmente. O fato é que não ocorrem altas de 10% todos os meses nos ativos, e, tendo em vista que a oscilação média mensal no decorrer dos últimos anos foi inferior a 10%, muitos se utilizam desse argumento para escolher esse patamar como referência.
Mas há outra estratégia utilizada para obter remuneração não sobre a carteira de ações, mas sobre um capital a partir do qual se quer ganhar uma taxa de rendimento mensal, chamada de “financiamento”. No mesmo momento de mercado do exemplo anterior, pode haver quem lhe pague R$ 2,40, porém exige que as ações sejam entregues por R$ 48,00, ao invés de por R$ 50,00 (há negociações em vários preços de exercício diferentes em cada mês). Mas por que a opção de comprar por R$ 48,00 não custa apenas os R$ 0,50 da diferença pro preço de mercado (R$ 48,50)? O que faz alguém pagar R$ 2,40, ou seja, R$ 1,90 acima de seu “preço justo”? É exatamente a mesma expectativa de alta. Observe:
Há várias vantagens em se conhecer a fundo o mercado de opções. Já vimos a possibilidade de ganhar algum crédito a cada mês com ações, mesmo sem haver valorização de sua cotação no mercado, através da venda coberta de opções. Agora, detectamos uma outra vantagem dessa “gordura” embutida no valor das opções. O plano é ganhar o que o mercado oferece em forma de expectativa em uma operação com alguma proteção para o capital. Percebemos que, se comprarmos ações de Petrobrás por R$ 48,50 e vendermos as opções com exercício em R$ 48,00, teremos gasto, por ação, R$ 48,50 menos o crédito de R$ 2,40 recebido com a venda da opção, ou seja, apenas R$ 46,10 (por isso, vamos chamar essa operação de “financiamento”), sendo que temos que entregar as ações a R$ 48,00, caso estejam valendo mais que isso no dia do exercício das opções. Observe a figura abaixo, em que representamos, à esquerda, um financiamento com 100 ações e 100 opções.
O gasto inicial na compra de 100 ações, de R$ R$ 4850,00, foi, em parte, financiado pela venda das 100 opções, o que nos fez receber R$ 240,00 e “baratear” a compra para um custo final de R$ 4610,00. Se a ação estiver valendo mais de R$ 48,00 no dia do exercício, o comprador das opções que vendemos vai exercer o seu direito de comprar as nossas ações a R$ 48,00 e, ao vendermos as 100 ações a R$ 4.800,00, teremos ganho de R$ 4.800,00 – R$ 4.610,00 = R$ 190,00 ou +4,12% sobre o custo real, de R$ 4.610,00. Veja que, para esse ganho se concretizar integralmente, basta que a ação esteja acima de determinado patamar em 1 mês (no exemplo, de R$ 48,00). Caso a ação caia para um nível inferior a R$ 46,10, passamos a ter prejuízo. Entre R$ 46,10 e R$ 48,00, há algum lucro, entre 0,00% e +4,12%. Fica clara uma proteção fornecida pela operação, do tamanho da queda de R$ 48,50 para R$ 46,10, ou seja, de quase 5%.
No exemplo de financiamento que montamos, as perdas reais serão concretizadas apenas se as ações de Petrobrás encerrarem o exercício de opções abaixo de R$ 46,10.
Tendo conhecimento disto, pode-se acionar stop loss antes do vencimento, vendendo a ação caso a mesma oscile caia e atinja esse valor. Mas nem tudo é um mar de rosas. Não basta vendermos a ação, pois não é interessante que a opção fique vendida “a descoberto”. Sendo assim, temos que comprá-la no momento de vender a ação.
Entretanto, o valor limite, de R$ 46,10, foi calculado considerando-se o ganho de todo o prêmio da opção. Se o investidor deseja encerrar a posição antes do tempo, ele deverá pagar algum valor pela opção, (abaixo de R$ 2,40, pois a ação caiu, e a opção também), caracterizando, assim uma perda financeira real na operação. Em muitas das vezes, é possível não ter uma perda maior que 2% nesses casos. Em suma, na operação que estamos estudando, o acionamento de stop loss leva a prejuízo residual correspondente à compra da opção vendida. A estratégia não deixa de ser boa por isso. O prejuízo residual será suportável e baixo, principalmente se considerarmos que, para a ação ter atingido R$ 46,10 partindo de R$ 48,50, poupamo-nos de boa parte da queda, justificando a montagem da operação.
Outra possibilidade diante de uma queda do preço das ações envolvidas na operação é simplesmente não fazer absolutamente nada e usar o crédito recebido para comprar ações. Imagine se as ações caíssem para um valor abaixo de R$ 46,10, digamos, para R$ 45,00. Com os R$ 240,00 recebidos na venda inicial das opções, poderemos comprar 5 ações. Ora, aumentar a posição em ações da operação em 5% não é um mau negócio.
Elaboramos um estudo que analisou como se comportou a estratégia do financiamento nas ações mais negociadas no Brasil, as de Petrobrás, entre os períodos de jan/2006 e jan/2009. O objetivo foi analisar a rentabilidade ao final do período, de um investidor que escolheu, entre as possibilidades de cada mês, uma taxa maior ou igual a 3%.
No gráfico acima, percebe-se, claramente, que a estratégia do financiamento ofereceu melhores ganhos em relação à compra simples da ação (sem a venda da opção) no início, quando a ação oscilou lateralizada, e, por várias vezes, esteve à frente do CDI, tendo remunerado o capital naqueles meses de forma mais interessante que a renda fixa.
Além disso, não foram contabilizados os pagamentos de dividendos, o que poderia melhorar ainda mais o resultado do financiamento frente ao CDI. No mercado de alta, maiores ganhos foram obtidos com a compra simples da ação. Mas chama a atenção a fase 3 do gráfico, em que um investidor apenas em ações registrou perda de 60%, enquanto aquele que fez financiamento, queda de apenas 25% do patrimônio, encontrando-se, no final, com melhor rentabilidade do que o primeiro. É importante frisar que estamos considerando um movimento de alta incomum, correspondente a alguns dos últimos 5 anos, e uma crise também incomum, iniciada nos últimos meses.
A operação pode ser seguida de acordo com a estratégia de cada investidor. Nas altas, como precisamos vender por um preço pré-definido, é natural que sejamos exercidos, ganhemos toda a taxa previamente calculada, porém, para voltar a nos posicionarmos comprados, acabamos por comprar menos ações, uma vez que elas estão agora mais caras do que o preço pelo qual entregamos. Ou seja, a estratégia remunera um capital, o montante, caso encerre com sucesso, mas diminui o número de ações da carteira ao longo do tempo. Portanto, o investidor busca ganhar taxa mês a mês, para aplicar um dinheiro que eventualmente tenha em caixa, e não obrigatoriamente deve se posicionar em longo prazo, bastando deixar de iniciar nova operação quando desejar encerrar. Na queda, pode ser acionado um stop loss sempre que, de um mês para o outro, a ação cair e passar pelo ponto de equilíbrio da operação. Entretanto, como será necessário comprar a opção vendida, a operação não encerra totalmente sem perdas. Na análise que fizemos, optamos por não tomarmos atitude alguma diante das quedas, simplesmente usando o crédito recebido para comprar mais ações naquele mês.
O que percebemos foi que, enquanto a taxa era consolidada, por motivos já explicados, diminuía o nosso número de ações, mas interessante é verificar como ocorreu a recomposição da carteira em cada vez que não fomos exercidos na queda forte de 2008, quando usamos mensalmente o valor recebido para investir na compra das próprias ações. Nossa conclusão é que o financiamento, em mercados lateralizados ou de queda, ofereceram, no período estudado, melhor rentabilidade, e nos mercados de baixa, melhor proteção e, ainda, a possibilidade de aumento da carteira de ações. Em um mercado como o atual, permeado pelo negativismo, uma operação que forneça uma taxa mensal com proteção do capital, por mais que seja parcial, merece, no mínimo, atenção especial.
(Nota: O autor exime-se de qualquer responsabilidade de decisões tomadas a partir da leitura deste texto).
As emoções e a importância do planejamento nas operações »
Por Alessandro Martins em 1.3.2010 como Dicas importantes sobre investimento na bolsa | Sem comentários
O autor deste artigo é o Musta, editor do blog Dax Investimentos. Traz análises das principais ações da Bovespa e do mercado como um todo. Leitura recomendadíssima para o iniciante na bolsa
Os mercados financeiros são dominados por sentimentos e emoções: ora a euforia, ora o pânico predominam.
O trader experiente procura deixar as emoções de lado. Emoções servem para o contato com outros seres, não com o dinheiro. O trader que muito se alegra ao ver o mercado ir a seu favor – e entra em desespero quando o mercado vem contra – está sujeito a quebrar sua conta de investimentos.
Isto porque, todo o tempo empregado, a opinião do seu analista pessoal, vão por água abaixo, quando o investidor começa a contar dinheiro enquanto sua operação está em aberto.
De nada adianta ter um ótimo conhecimento em analise gráfica, em analise de balanços, conjuntura econômica, possuir os melhores softwares e serviços, se, no momento do jogo, o medo, a ganância, a esperança ou o desespero tomarem conta de sua mente na hora em que se deve, ou não agir.
Portanto, o planejamento antes de entrar no jogo é fundamental. Até o melhor operador do mercado, é suscetível a ficar emocionado durante o “calor” do pregão. As operações no mercado financeiro devem ser tratadas como uma cirurgia, ser detalhadas, pensadas e repensadas.
Imaginem um médico que, no meio de uma operação de transplante, por exemplo, se desesperar com alguma complicação cirúrgica; será que dará tempo de ligar para seu professor da universidade, consultar seus antigos livros?! Não, provavelmente o paciente morrerá ou sofrerá no mínimo sérias consequencias.
Talvez por isso vemos tantos médicos no mercado de ações e de opções; já estão acostumados com o risco diário e a planejar seu trabalho, sempre com um plano B, no caso de sua expectativa inicial não ser atingida.
Por isso a importância de pré-definir os pontos de entrada, saída, stop loss, stop gain e um plano B. Com isso, o operador só precisa colocar os parâmetros no sistema e ligar o “piloto automático” (stop loss e/ou stop gain) e acompanhar sua operação ao final do pregão diariamente ou semanalmente, se for o caso de estar operando como position.
Operando dessa forma, com disciplina e planejamento, as chances aumentam muito a seu favor, e o sucesso financeiro será uma consequência de seus estudos, disciplina e planejamento.
Dicionário Técnico:
- Trader = negociador, operador que executa as operações no mercado.
- Stop loss = “parar de perder”, ordem enviada á corretora para vender sua posição no mercado, mesmo que no prejuízo, julgando que a expectativa inicial não se cumpriu, limitando suas perdas.
- Stop gain = ordem enviada á corretora, que protege parte dos lucros de uma operação, caso o mercado comece a vir contra a uma operação que está sendo lucrativa.
- Position = tipo de operação de mercado que dura um tempo maior, de algumas semanas á meses.
Bolsa de Valores Políticos (Bovap): e se políticos fossem ações na bolsa? »
Por Alessandro Martins em 25.2.2010 como Outros investimentos | Sem comentários
A Bolsa de Valores Políticos (Bovap) será lançada apenas no dia 9 de março e ainda está funcionando apenas para convidados, mas creio que já posso falar sobre ela para você. Trata-se de uma idéia da corretora Souza Barros.
Imagine que você pudesse investir na fração do valor da imagem pública de um político assim como pode investir na fração do valor de uma empresa. Alguns políticos valorizariam com o tempo, certamente. Outros, por outro lado, desvalorizariam.
Em ano de eleição, vai ser interessante acompanhar o desempenho e o sobe e desce desses “papéis” já tão desgastados pelos últimos noticiários. Será que algum deles terá uma boa alta? Será que os mais valorizados serão também os eleitos? Ou será que uma coisa não terá a ver com a outra? Nem sempre o candidato com o qual você tem uma identidade de idéias será aquele que apresentará a melhor valorização. Ou quem sabe sim? Confesso que estou curioso.
As Personalidades Políticas foram escolhidas de acordo com os critérios de pesquisas de intenção de votos para a Presidência da República e para os Governos dos Estados da Bahia, de Minas Gerais, do Rio de Janeiro, do Rio Grande do Sul e de São Paulo, realizadas pelos principais institutos de pesquisas do país.
Mas eventualmente políticos de outros estados e concorrentes a outras cadeiras poderão ser acrescentados. Creio que como se fossem IPOs, com determinação de preço inicial e tudo. O canal no YouTube traz um vídeo que explica o que é o Bovap e com a precificação dos políticos Celso Russomano e Soninha.
Além disso, pra você que pretende começar na Bolsa de Valores propriamente dita, pode ser uma divertida forma de aprender as bases para tal. Assim como empresas, políticos tem fundamentos a serem avaliados no que diz respeito a se suas imagens vão subir ou cair. Os gráficos obedecerão mais ou menos as mesmas regras observadas pela Análise Técnica. Você aprenderá a comprar na tendência de alta e a vender na tendência de baixa. Verá sua carteira valorizar ou acumular prejuízo de acordo com a estratégia que adotar e do desempenho da imagem pública do político que dela fizer parte.
Você começa com 50 mil UVPs (moeda fictícia) e distribui esse capital entre os políticos que você aposta que valorizarão com o passar do tempo. O pregão vai das 10h às 0h, diariamente.
Segundo o blog da Bovap:
A Bovap é uma metáfora do mercado financeiro, onde, através de uma moeda fictícia, você pode investir na imagem pública dos políticos brasileiros.
Efetuando seu cadastro, automaticamente você já recebe uma boa quantidade de UVPs (Unidades de Valor Político) e, através de um Home Broker, pode efetuar operações de compra e venda de ações.
(…) no blog da Bovap, além dos posts da editoria, teremos análises periódicas, fundamentalistas e grafistas, que podem orientar as suas negociações nesse mercado. Essas análises serão feitas por especialistas na área financeira e política.
Também estou dando uma olhada no regulamento da Bovap e encontrei algo interessante:
4.15 Sem prejuízo de eventuais premiações a serem eventualmente oferecidas pela Souza Barros, a Souza Barros oferecerá a todos os Participantes a possibilidade de efetuar 5 (cinco) corretagens de valores mobiliários em sua plataforma de home broker Investtrader by Souza Barros, gratuitamente, conforme instruções fornecidas pela Souza Barros.
Bem, vou ali comprar alguns políticos de uma maneira lícita, divertida e construtiva, pois do jeito ilícito já estamos cansados de ver nos jornais.
Vença Cesar Cielo e ganhe corretagem grátis »
Por Alessandro Martins em 19.2.2010 como post patrocinado | 1 comentário
(este é um post patrocinado)
Eu até sei nadar. Nado todos os estilos razoavelmente bem. O suficiente para não morrer afogado em uma lagoa bem calma.
Mas acho difícil que eu conseguisse ganhar do César Cielo. Você sabe, o cara que fez os 50 metros em pouco menos de 21 segundos. Recorde mundial, meu caro. Medalha de ouro.
Mas quer saber? No homebroker eu tenho a maior chance. Como eu ou você, ele não passa de um iniciante na bolsa de valores.
A competição vai de 1º a 31 de março. Sinceramente, acho que você tem a maior chance.
Para vencer, basta alcançar a maior porcentagem de rentabilidade no período. César Cielo vai criar sua própria carteira de ações no Link Trade e investir normalmente, assim como você.
As análises semanais do CHR Investor são imperdíveis »
Por Alessandro Martins em 19.1.2010 como Análise Técnica do mercado de ações | Sem comentários
Se você conhece alguém que faça análises semanais gratuitas sobre a Bovespa com a regularidade, abrangência, simplicidade e clareza do Christian, do CHR Investor, por favor, me avise, pois eu preciso conhecer.
- Parte 1 – Ibov, IVBX, Fluxo Bovespa, Fluxo 10 Mais, LAD Ibov e LAD Mercado.
- Parte 2 - Dow Jones, S&P500, Nasdaq, New Highs New Lows, VIX, Bancos Americanos, Petróleo, CRB, DJAIG e Treasuries.
- Parte 3 – Ativos: PETR4 – VALE5 – CSNA3 – Bancos – CNFB4 – DASA3 – RDCD3
Além de ele sempre analisar os indicadores mais importantes, como o Ibovespa, Dow Jones e muitos outros, ele sempre analisa ativos importantes como a VALE5 e a PETR4 e algum outro que às vezes passa despercebido para o iniciante.
Além disso, é grátis. Uma verdadeira aula de análise técnica, totalmente grátis.
Ainda que você, iniciante, não entenda tudo o que ele disser não se preocupe. Durante a sua adaptação à linguagem do mercado mobiliário você vai passar a compreender tudo.
O único senão é, se você opera nos prazos mais longos, e prefere olhar os gráficos em uma periodicidade maior, pode ficar condicionado à análise alheia e deixar de fazer as suas próprias.
Nunca deixe de você mesmo de fazer as suas próprias análises, nunca deixe de você mesmo tomar as suas próprias decisões, nunca deixe de ser você o responsável por seus investimentos.
Notas sobre a bolsa de valores e afins de 18.1.2010 »
Por Alessandro Martins em 18.1.2010 como Ligações com outros sites sobre a bolsa de valores | 1 comentário
- Home broker pede fim de taxa de custódia para aplicação de longo prazo – Corretoras que fornecem o serviço de home broker – possibilidade de a pessoa física aplicar em bolsa eletronicamente – estão pedindo à Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) que elimine a cobrança da taxa de custódia para clientes sem movimentação mensal de recursos. Roberto Lee, diretor de marketing e produtos da Wintrade, da corretora Alpes, diz que a tarifa dificulta a manutenção no mercado de alguns tipos de investidores
- Bovespa sobe impulsionada pela alta das matérias-primas – Vencimento mensal de opções sobre ações também favorece os ganhos no mercado brasileiro
- Turismo planeja crescer 10% este ano – O turismo brasileiro avança a reboque do crescimento econômico e tem estimulado empresas do setor a planejar investimentos. Prova recente do interesse no País veio com o anúncio da compra de 63,6% da CVC pelo fundo de private equity Carlyle, no último dia 7. Os valores não foram confirmados pelas duas empresas, mas se fala em um negócio de R$ 700 milhões – o maior na história do turismo nacional
- Investimento estrangeiro direto pode ser o segundo mais forte em 63 anos – Se a expectativa dos analistas de mercado se concretizar, o ano de 2010 deverá concentrar o segundo maior volume em investimentos estrangeiros diretos desde 1947, ano que marca o início da série histórica sobre os aportes. A projeção atual é de desembolsos de US$ 37,5 bilhões
- Oi suspende incorporação da BrT e ações vão abaixo de 10% – No meio do longo processo de tentativa de simplificação societária da Brasil Telecom (BrT), após a compra pela operadora de telefonia Oi (ex-Telemar), foi descoberto um nó judicial que ampliou as perdas da BrT em R$ 1,29 bilhão. O passivo bilionário obrigou a Oi a suspender as trocas de ações que compõem o complexo processo de incorporação da BrT, após uma revisão contábil que determinou um rombo bilionário nas provisões para contingências judiciais relacionadas a direitos de titulares de planos de expansão
- O que impede a Bovespa de bater novo recorde? – A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) começou o ano ameaçando atingir novos recordes do seu Índice Bovespa (Ibovespa), que teve sua máxima histórica em maio de 2008, aos 73.516 pontos. Na semana passada, o principal indicador da Bolsa chegou a bater 71.068 pontos, apenas 2.500 abaixo do que foi o teto da Bovespa. No entanto, pelo fechamento de sexta-feira, o Ibovespa precisa acumular uma alta de 6,58% para o investidor voltar a comemorar. Apesar desse cenário indefinido, das 63 ações que compõem o Ibovespa, 37, mais da metade, já acumulam altas desde o recorde do índice






