Como investir na bolsa de valores

“Tenho alguns posts que podem ajudar a aprender a negociar no mercado de ações e ganhar dinheiro. O ideal é fazer um investimento em um curso sobre a bolsa de valores e como aplicar na bolsa de valores ou mesmo ficar um tempo em um simulador da bolsa antes de um passo mais comprometido. Em todo o caso, os artigos a seguir podem ajudar.”

Análise Gráfica: junções de tempos gráficos

Postado por Osney Cola em - Análise Técnica do mercado de ações Vídeos sobre investimento

A Análise Técnica por muitos parece algo complicado, porém a partir do momento que você observa padrões, o grande monstro (gráficos) acaba lhe dando preciosos sinais de prováveis movimentos.

A outra grande vantagem é que ela lhe proporciona a possibilidade de arriscar uma operação e se tudo der errado o prejuízo é pequeno e por outro lado o lucro satisfatório.

Acompanhe o vídeo sobre o papel GETI4.

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OBV – On Balance Volume

Postado por Alessandro Martins em - Análise Técnica do mercado de ações

O OBV (On Balance Volume) é um indicador que compara o volume das movimentações e o preço das ações para identificar tendências de alta e de baixa. Isto é, ele mede o fluxo positivo ou negativo do volume.

Trata-se de uma ferramenta da Análise Técnica da Bolsa de Valores.

Na prática, o cálculo do OBV é simples. Se a ação subiu, soma-se o valor ao OBV do dia anterior. Se ação caiu, subtrai-se. O valor absoluto do OBV não é importante. O mais importante é saber a sua direção.

Ele serve para confirmar tendência. Lembra daquela regra básica, básica, básica? O volume deve confirmar a tendência.

Se o OBV está subindo e o preço também, há confirmação de alta. Talvez seja interessante comprar a ação.

Se o OBV está caindo e o preço subindo, talvez não seja uma boa ideia comprar.

Se o OBV está caindo e o preço também, um está confirmando o outro. Assim, talvez seja uma boa ideia vender.

Se o OBV está subindo e o preço caiu, quem sabe seja melhor não vender ainda.

O uso da palavra TALVEZ nas sentenças acima é proposital. Sempre use outros indicadores para sua tomada de decisão.

Como vantagem, esse indicador leva em conta o pensamento da manada e dos grandes investidores, muitas vezes mais preparados para tomadas de decisão. Mas, como todo indicador, está um passo – maior ou menor – atrás do que realmente está acontecendo.

Outra forma de entender o OBV:

Indica o grau de volume dos investimentos que estão movimentando o papel. Não é um indicador de reversão, mas dá uma idéia sobre o “tamanho” dos investidores que estão comprando ou vendendo o papel. Um aumento expressivo nos níveis de OBV nos mostra que grandes investidores (normalmente providos de informação privilegiada) estão comprando o papel, o que sugere que a perspectiva daquele ativo é boa e, assim, podemos “segui-los” na compra. De forma análoga, baixas no nível do OBV indicam que grandes investodores estão se desfazendo daquele papel, fato que pode, futuramente, comprometer tanto os preços como a liquidez do ativo. (fonte)

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Oscilador Estocástico

Postado por Alessandro Martins em - Análise Técnica do mercado de ações

No gráfico, o indicador estocástico é representado por duas linhas.

A linha principal denomina-se de %KD.

A segunda linha que é usualmente impressa a tracejado, denominada %D e é uma média móvel da linha %K.

As linhas são traçadas sobre uma escala que vai de 0 a 100, possuindo duas regiões limite de sobrecompra e de sobrevenda respectivamente nas marcas 80 e 20 dessa escala. Um possível ponto de reversão acontece quando quando a linha “%K” se cruza com a linha “%D” dentro de uma das áreas de sobrecompra ou sobrevenda, na direção oposta a de sua entrada. Esse ponto é enfatizado se em seguida as linhas saem da região de sobrecompra ou sobrevenda a seguir.

Segundo o site da Nelógica (visite caso queira entender com mais profundidade):

O estocástico é um importante indicador do tipo oscilador criado por George Lane. Ele mede a capacidade das forças compradoras de realizar o fechamento próximo ao valor máximo atingido dentro de um determinado intervalo de tempo e a capacidade das forças vendedoras em trazer esse fechamento para as proximidades do valor mínimo da janela de tempo.

No entanto, nunca é demais lembrar que é necessário buscar confirmações em outros indicadores e informações a fim de tomar qualquer decisão.

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Rompimento de Resistência – Ibovespa rompe os 60 mil pontos

Postado por Osney Cola em - Análise Técnica do mercado de ações Cursos sobre bolsa de valores

Os rompimentos de resistência costumam ser muito bem vistos pelos analistas, porém o momento, a hora certa de comprar devido a este acontecimento, acaba se tornando algo bastante complicado, pois após o rompimento normalmente temos o que chamamos de pull back, uma volta dos preços que costumam sentir suporte na região onde tínhamos a resistência. Acompanhe o vídeo:

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Entenda os Gráficos

Postado por Osney Cola em - Análise Técnica do mercado de ações Cursos sobre bolsa de valores

Você já ouviu falar em suporte, tendência, resistência, gráfico, etc… Pois bem. Esse vídeo foi feito pensando naqueles que têm dificuldades em entender os movimentos e a dinâmica dos preços em diferentes tempos gráficos.

Destaco a importância do Risco x Ganho, disciplina e, sem dúvida, a conscientização de que não há método infalível. Considero este vídeo um pouquinho avançado.

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Como evitar erros ao investir em ações em momentos de crise?

Postado por Leandro Martins em - Análise fundamentalista do mercado de ações Análise Técnica do mercado de ações

Em períodos de instabilidade econômica, os investidores temem adquirir mais ações e, por isso, vendem seus ativos a qualquer custo e acabam pressionando os preços para baixo. O especialista comenta o assunto e dá dicas importantes para o investidor pessoa física.

O investidor de ações que, em geral, já erra quando a bolsa vai bem, comete ainda mais erros quando o mercado está em crise. A exemplo disso é possível citar o receio que as crises de 2008 e 2001 causaram nos investidores do mundo todo.

Lembro-me que as ações da Ultrapar e da Natura já apresentavam bom momento de alta em 2008, mesmo antes da forte recuperação dos mercados ao longo de 2009. Nesta ocasião, recomendei essas duas ações aos investidores. Porém, muitos destes e até alguns estudiosos do mercado financeiro retrucavam a minha indicação e chegavam a afirmar que essas ações já estavam caras e, por isso mesmo, preferiam ações mais baratas, que estavam em forte queda.

Como era previsível, essas ações ficaram ainda mais caras e as “baratinhas” mais baratas ainda. Ou seja, a ilusão de que o investidor só ganha com pechinchas é um dos principais erros dos investidores, e ainda são cometidos com maior freqüência em momentos de crise.

Vejam só alguns papeis que tenho recomendado desde o início do ano. Ambev, Brasil Foods, Marcopolo, Redecard, CCR Rodovias, Aes Tiete, Telesp e Souza Cruz. Ótimas empresas e, em geral, boas pagadoras de dividendos e com contratos reajustáveis pela inflação. Nos casos da Ambev e Brasil Foods, empresas soberanas em nosso mercado. E o principal motivo pelo qual as indico: todas essas ações estavam caras. Isso mesmo! Ao acompanhar os gráficos dessas ações elas estavam caras e continuam cada vez mais caras.

Segundo a análise técnica (também conhecida como análise gráfica), o preço alto das ações significa que elas têm apresentado, ao longo dos últimos meses ou anos, boa tendência altista, ou seja, há mais compradores que vendedores. Caso o momento melhore, os papeis provavelmente irão apresentar menor quantidade de vendedores e, com isso, os compradores terão maior dificuldade em encontrar sua contraparte, o que resultará em preços permanecendo na tendência altista, como ocorreu com a Ultrapar e a Natura em 2009, após estarem caras em 2008.

Em meados de setembro de 2011, ao ministrar uma palestra, recomendei as ações da AmBev, Redecard e Brasil Foods. Uma investidora levantou a mão e disse que essas ações já estavam muito caras e que, por isso mesmo, gostaria que eu indicasse ações baratas. Após algumas semanas ela percebeu que eu estava certo: essas ações estavam mais caras ainda, o que indica que fez bom negócio o investidor que optou por estas.

Para evitar esse grande erro – o de comprar ações baratas com receio da crise -, o investidor deve perceber e analisar a briga entre compradores e vendedores para encontrar o lado mais forte, e não apenas procurar negócios da China, por exemplo, cujas ações estão sobrevendidas e, por isso mesmo, projeta um certo tipo de sonho em acertar no meio da mosca e ficar milionário da noite para o dia!

Outro erro cometido é negociar ações com pouca liquidez. Boas empresas apresentam um ótimo histórico de liquidez. Devem estar pelo menos no Ibovespa ou no IBX-100 (índice que contempla as 100 ações mais líquidas).

Por fim, em decorrência da maior volatilidade presente em momentos de crise o investidor deve ter calma e disciplina para investir com segurança e aplicar o uso do stop. A ausência da parada de perda, conhecida como stop-loss, poderá ser bem sentida caso a ação comprada despenque como o ocorrido com a Positivo, em 2007, a Usiminas, em 2008, e agora com a Marfrig.

Contudo, não acompanhar a tendência da ação, operar ações com histórico de baixa liquidez, e não ter disciplina para aplicar o stop são, na minha opinião, os maiores erros detectados juntos aos investidores neste momento de crise.

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