Lista de ações de primeira linha

Ações de primeira linha são as ações de empresas que tem alta liquidez, com um grande volume de negócios diários e que apresentam relativa segurança de investimento, sobretudo para o iniciante que ainda não sabe muito bem o que está fazendo.

Há algum tempo, preparei um post com uma lista de ações de primeira linha.

Normalmente, são papéis de primeira linha aqueles que compõem o Índice Bovespa. Para fazer parte do Ibovespa, há toda uma metodologia que determinará que a soma de todo o conjunto de negócios das ações que dele fazem parte representem pelo menos 80% das movimentações da BM&FBovespa. Logo, não é qualquer empresa que virá a compor o Ibovespa.

Uma das grandes vantagens de investir em ativos de primeira linha é não correr o risco de não ter um comprador quando precisar vendê-las ou não ter um vendedor quando precisar comprá-las. Ações desse tipo, também conhecidas como blue chips, são sempre negociadas em ambos os sentidos.

lista de ações de primeira linha

Como comprar ativos de primeira linha

O processo para compra de ações de primeira linha é o mesmo que para qualquer outro tipo, muito embora eles sejam mais recomendáveis para iniciantes na bolsa de valores. Você precisa ter uma conta em uma corretora, dinheiro adequado para investir, algum conhecimento sobre o tema para lhe dar segurança e muita responsabilidade.

Recomendo que dê uma olhada em nosso post:

Acima de tudo, recomendo que invista em sua educação, investindo em um curso de bolsa de valores.

Dica importante: o fato de uma ação ser de primeira linha não significa uma garantia de que ela sempre subirá e de que sempre dará lucro.

Ações de primeira linha

Ações de primeira linha também são conhecidas como blue chips.

Usualmente, são ações de empresas de boa reputação econômica, de grande porte e, normalmente, as ações de primeira linha compõem o Índice de Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros de São Paulo (Ibovespa). Além de terem comprovada lucratividade histórica.

Os primeiros exemplos que nos vêm à mente são as ações da Petrobras e da Vale, mas existem muitas outras na Bovespa.

Para os iniciantes e para os partidários da Análise Técnica são as ideiais. Com sua grande liquidez e alto volume de negócios, as ações de primeira linha tem movimentos mais fáceis de serem estimados e é mais fácil de encontrar compradores e vendedores imediatamente ao acionamento de um setup de compra e venda.

Isso não quer dizer que as ações de segunda linha ou as ações de terceira linha são qualititativamente inferiores às ações de primeira linha. Isto apenas significa que é mais rápido, fácil e seguro fazer negócios com elas considerando-se alguns aspectos. Pode haver situações em que as ações de segunda e terceira linha sejam interessantes, mas num primeiro momento você deve considerar que as ações que compõem o Ibovespa são responsáveis por 80% dos negócios realizados diariamente na BM&FBovespa.

Ações de primeira linha

Comprar ações de primeira linha

Um aspecto importante é considerar que você não deve comprar um papel apenas porque ele é uma ação de primeira linha.

Você deve estar seguindo um plano, seja de curto, médio ou longo prazo. Esse plano deve ter considerado fatores objetivos, sejam eles da análise técnica ou da análise fundamentalista.

Além disso, para evitar ser levado por fatores subjetivos ou pelas emoções, você deve sempre posicionar seus stops de compra e venda, no momento de dar a ordem de compra ou venda.

Caso você tenha se interessado pelo que estou escrevendo e não tenha entendido muita coisa, sugiro que faça já um curso de bolsa de valores e se inscreva em um simulador da bolsa de valores para se habituar ao jargão. Um simulador vai ajudar você a se acostumar com os movimentos da bolsa de valores, principalmente se você tratar o seu “dinheiro de mentirinha” como se fosse seu.

Bolsa de Valores de Nova York

A Bolsa de Valores de Nova York  ou New York Stock Exchange (NYSE) em inglês, sob diversos critérios, é a maior bolsa de valores do mundo. Com certeza, no entanto, sob todos os aspectos, a Bolsa de Valores de Nova York é a mais famosa do mundo.

Já a vimos em filmes, como Wall Street – Poder e Cobiça, de Oliver Stone, com Charlie Sheen e Michael Douglas. Já vimos a Bolsa de Valores de Nova York nas aulas de história quando ouvimos falar do crack ou do crash de 1929, seguido da Grande Depressão, um período terrível da economia mundial, sobretudo nos Estados Unidos. Nós a vemos, quase que diariamente, nos noticiários. Sempre há notícias sobre a Bolsa de Valores de Nova York.

A Bolsa de Valores de Nova York, com sede em Manhathan, na famosa Wall Street, que é o epicentro das finanças não só da cidade de NY como também dos Estados Unidos. Ela tem toda uma mística em seu entorno. Ela foi criada em 1792 e em 2006 juntou-se à à Euronext, formando assim o primeiro mercado de capitais pan-atlântico.

Bolsa de Valores de Nova York, qual a importância

Qual a importância da Bolsa de Valores de Nova York para o mercado mundial?

Com os mercados todos interligados e com a recente união da Bolsa de Valores de Nova York com a Euronext, qualquer evento econômico que a afete, por consequência e com certeza, afeta as outras bolsas e o restante da economia mundial.

Se algo acontece na Bolsa de Valores de Nova York, com certeza afetará em maior ou menor grau a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa).

Quando um duende pula, nada acontece. Mas, pense, quando um gigante espirra, a terra treme.

Claro que com o crescimento da China e mesmo da bolsa brasileira, esse grau de influência novaiorquino vem se diluindo, mas dificilmente, nas próximas décadas, pelo menos, deixará de ter a sua importância e sua relevância.

Não devemos esquecer que os Estados Unidos ainda têm outras duas bolsas relevantes. A Nasdaq e a Bolsa de Valores de Chicago.

O que significa os pontos da Bolsa de Valores

O que significa os pontos da Bolsa de Valores está entre as primeiras dúvidas entre os que querem saber como começar a investir.

Se quer entender os pontos do Ibovespa como funciona, saiba que eles se referem ao Índice da Bolsa de Valores de São Paulo, ainda conhecido por Ibovespa, muito embora a Bovespa seja mais conhecida hoje por BM&FBovespa, depois da fusão com a Bolsa de Mercadorias e Futuros (antiga BM&F). E, agora, B3, com a chegada da Cetip.

Mas o que é o Ibovespa?

Segundo nosso post sobre o tema:

O Ibovespa (…) é formado a partir de certa aplicação imaginária, em Reais, em quantidade teórica de ações (carteira). Sua finalidade básica é servir como indicador médio do comportamento do mercado. Para tanto, as ações que fazem parte do índice representam mais de 80% do número de negócios  e do volume financeiro negociados no mercado à vista. Como as ações que fazem parte dessa carteira têm grande representatividade, podemos dizer que se a maioria delas estiver subindo, o mercado, medido pelo Índice Bovespa, está em alta, e se estiver caindo, está em baixa.

Assim, podemos dizer que os pontos da bolsa de valores são o valor em Reais dessa carteira teórica. Tipo se alguém tivesse escolhido essas e aquelas ações no objetivo de investir. Claro que isso é maneira bem simplista de ver a coisa. Na verdade é mais complexo, mas já dá pra entender melhor.

Quanto vale um ponto na bolsa de valores? Conclusão: R$ 1.

o que significa os pontos da bolsa de valores

O que significa os pontos da bolsa de valores e como eles são formados

Há uma metodologia bem séria e objetiva pra o cálculo da pontuação da bolsa de valores. Algumas ações tem mais peso e outras menos, mais ou menos proporcionalmente com o volume de negócios que elas representam na B3. O importante é que, de um modo geral, o Ibovespa (os pontos da bolsa de valores) representa pelo menos 80% dos negócios realizados ao longo do tempo.

Dessa maneira, com apenas as ações mais importantes, dá pra ter ideia da temperatura do mercado, se está em queda, se está em alta ou estagnado. Claro que, ainda que o Ibovespa esteja em queda, eventualmente algumas ações, mesmo participantes da formação do índice podem estar em movimento contrário. Cabe ao investidor encontrar e identificar esses movimentos a fim de  fazer bons negócios.

Simulador de bolsa

Um novo simulador de bolsa foi indicado por um dos leitores do Iniciante na Bolsa de Valores.

É o BBSimulação, o simulador de bolsa do Banco do Brasil.

  • BBSimulação

Eu recomendo que você dê uma olhada em nossa lista de simulador de bolsa de valores grátis.

Um simulador da bolsa de valores é uma forma eficiente de treinar antes de entrar na bolsa de valores efetivamente.

Mesmo para investidores experenciados pode ser um modo de experimentar estratégias mais ousadas.

Nada impede que você esteja inscrito em mais de um simulador de bolsa e assim fazer experiências com diferentes perfis de investimento, mais ou menos arriscados, ou usar diferentes setups de entrada e saída em investimentos na bolsa de valores.

Como funciona o simulador de bolsa

A intenção de um simulador de bolsa é aproximar o máximo possível o usuário de uma experiência real na bolsa de valores.

Claro que nem todo o mundo tem R$ 100.000 (valor que costuma ser o mais comum nos simuladores) para começar a investir na bolsa, mas isso permite que o aspirante a investidor tenha maior flexibilidade em seus investimentos.

O simulador de bolsa acompanha as variações da Bovespa (hoje, oficialmente, BM&FBovespa) e, assim, você pode verificar qual seria o resultado de seus investimentos na vida real.

Claro que o fato de estar usando dinheiro “de mentirinha” vai isolar o fator emoção que, em situações reais, sobretudo em crises ou mercados mais favoráveis, costumam atrapalhar o julgamento e a racionalidade do investidor.

Bolsa de Valores de Chicago

O prédio da Bolsa de Valores de Chicago ou, em inglês, Chicago Stock Exchange (CHX), que chega a ser uma atração turística dessa cidade – a mais populosa do estado de Illinois, nos Estados Unidos -, abriga a terceira e mais movimentada bolsa de valores desse país, perdendo apenas para a Bolsa de Valores de Nova York e para a Nasdaq. A Bolsa de Valores Chicago opera sob a supervisão da Securities and Exchange Commission dos EUA (SEC). A CHX opera como uma subsidiária da CHX Holdings, Inc., uma empresa de Delaware.

A Bolsa de Valores de Chicago foi fundada em 21 de março de 1882. Em julho de 1914, a Bolsa fechou devido à Primeira Grande Guerra e permaneceu assim até 11 de dezembro. Em 26 de abril de 1920, a Bolsa de Chicago da Clearing Corporation foi estabelecida, pouco anos antes de, em 29 de outubro de 1929, o mercado cair dramaticamente, resultando em um período de tempo muito difícil para a Bolsa de Valores de Chicago, e para o mercado de ações em geral.

Nos anos oitentas, a Bolsa de Valores de Chicago fez vários avanços tecnológicos para melhorar a negociação e em 1982, a CHX lançou o sistema MAX, que a tornou pioneira entre as bolsas de valores na execução de ordens totalmente automatizadas.

Na década de 1990, ela teve um renascimento, e em 1993 mudou seu nome de volta para Chicago Stock Exchange (seu nome em inglês). Durante algum tempo ela foi conhecida como Midwest Stock Exchange).

Curiosamente, empresas de capital aberto não precisam ser listadas na CHX para ali serem negociadas. Regras da SEC permitem que a CHX negocie ações listadas em outras bolsas estadunidenses. Ações elegíveis para negociação incluem as da NYSE, da AMEX e da NASDAQ.

A Bolsa de Valores de Chicago tem dois pregões cada dia. A primeira sessão de negociação começa às 8h30 e termina às 15h, exceto para alguns fundos específicos. A segunda sessão começa imediatamente após o encerramento da sessão regular e terminará às 16h.