Bolsa de Valores

Como escolher uma corretora para investir na bolsa de valores

Postado por Alessandro Martins em - Dicas da bolsa de valores Tudo sobre Bolsa de Valores

Escolher a melhor corretora de investimento na Bolsa de Valores é a primeira decisão que você vai tomar depois de resolver entrar na bolsa de valores. É ela quem vai fazer o meio de campo entre você e a Bovespa. Você transmite a ordem de compra e venda e a empresa – mais especificamente seu corretor – executa. Por isso, essa escolha pode influenciar toda a sua experiência a seguir, a curto e a médio prazo.

Ela é membro da Bovespa?

Procure uma corretora entre as diversas que são membro da Bovespa. Se alguma empresa o procurar, verifique antes se ela faz parte da lista.

Qual o valor mínimo para se cadastrar?

Nem todas corretoras operam com valores baixos e certamente todas operam com valores altos. Mas, também certamente, com um pouco de pesquisa, você encontrará uma de qualidade perfeita para seu perfil.

Quais são os custos?

Cada corretora tem uma política de custos diferente. Procure uma que se adeque ao seu perfil. A que eu escolhi cobra 2% sobre a movimentação de venda de valores até R$ 498,62 e essa taxa cai até o limite de 0,5% na medida em que os valores se aproximam de R$ 3029.

Essas porcentagens são importantes, afinal se – no meu caso- eu tiver um lucro abaixo de 2% em algum momento, isso não é suficiente para que valha a pena eu vender as ações que os proporcionaram.

Um exemplo fictício:

Em determinado momento, algumas ações minhas no valor de R$ 100 subiram 2%. Agora eu tenho R$ 102. Se eu vendê-las, a corretora ficará com R$ 2,04.

Ei! Esse era o meu lucro!

Entendeu?

Fique atento, pois algumas corretoras abrem mão da porcentagem e mantém um valor fixo muito baixo que pode parecer vantajoso em um primeiro momento, mas cobram uma taxa mensal fixa, uma taxa de custódia das ações ou uma taxa de conta inativa – que para quem pretende investir a longo prazo é pouco vantajosa. O barato pode sair caro.

Qual a burocracia do cadastro em uma corretora?

É muito mais fácil e rápido que abrir uma conta em um banco (Porém, é claro que você já vai ter que ter uma conta em banco). Na verdade, é tão fácil que você vai se perguntar porque não fez isso antes e continua com juros de menos de 12% ao ano na Caderneta de Poupança e tendo que enfrentar fila.

Para executar esse passo eu precisei de:

  • Documento de identidade
  • CPF
  • Comprovante de endereço
  • Uma conta corrente.
  • Preenchimento de um cadastro.
  • Assinatura de contrato.

Você foi bem tratado?

Essa é óbvia até se você pretende comprar um liqüidificador. Se a loja não o trata bem você não volta mais. Se o corretor – a pessoa que estará em contato com você – não o tratar bem, esqueça.

Eu e minha namorada marcamos uma hora na corretora e tivemos uma reunião de aproximadamente 45 minutos com nosso corretor que pretendia esclarecer alguns pontos sobre a bolsa e nos conhecer melhor para saber quais os investimentos mais indicados para nosso perfil. Atendimento altamente personalizado, principalmente considerando que o montante inicial de nosso investimento não é alto.

Todas as vezes em que ligamos para ele, para tirar dúvidas ou para dar ordens de compra, foi muito atencioso e paciente apesar de nossa inexperiência.

Dias depois de preencher o cadastro, recebemos os contratos para assinar em casa acompanhado de um envelope selado para devolvê-lo, evitando assim um deslocamento desnecessário.

Conheça o básico sobre a bolsa de valores

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Que dinheiro investir na bolsa de valores: como evitar comprometimento emocional

Postado por Alessandro Martins em - Dicas da bolsa de valores Tudo sobre Bolsa de Valores

Posso usar o dinheiro que economizei para comprar minha casa para investir na bolsa e completar o que falta, certo?

Errado.

O melhor é investir um montante que não esteja comprometido de nenhuma forma.

O dinheiro para comprar a casa, para a faculdade dos filhos ou para quitar alguma dívida não deve ser investido na bolsa de valores.

O mercado de ações é extremamente emocional e funciona de maneira emocional. Quanto mais racional você puder ser, maior vantagem você terá. E, se você está ligado emocionalmente de alguma forma ao dinheiro investido, isso é mais difícil.

Imagine a situação hipotética:

Em 2001, você tinha R$ 30 mil investidos em ações. Em setembro daquele ano aconteceu uma tragédia com impacto global e as bolsas do mundo se desestabilizaram. Muito possivelmente você viu seus R$ 30 mil se transformarem em R$ 10 mil.

Se esse dinheiro era para ser usado no financiamento de sua casa, você pode ter se assustado e vendido todas as suas ações antes que as coisas piorassem. Mas, se não, você conseguiu ser racional e esperou.

Meses depois as bolsas se recuperaram e, mais, atingiram patamares muito mais altos. Quem manteve a calma saiu ganhando. Agora seus R$ 10 mil talvez fossem R$ 90 mil.

Então, antes de colocar o dinheiro na bolsa de valores, faça a pergunta: eu preciso muito desse dinheiro?

Precisar de dinheiro todo o mundo precisa. Mas o quanto, não é mesmo?

Conheça o básico sobre a bolsa de valores

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Como começar a investir na bolsa de valores e em ações

Postado por Alessandro Martins em - Tudo sobre Bolsa de Valores

A área de iniciantes de Bovespa traz diversas informações sobre isso, mas há 3 principais formas de se começar a investir.

  1. Individualmente – Esse é o meu caso. Separei uma certa quantidade de dinheiro, procurei uma corretora, contratei os serviços e me cadastrei. Você pode começar a escolher sua corretora na lista de corretoras do site da Bovespa. Orientado pelo meu corretor, escolhi as ações que adquiri e transmiti a ordem de compra.
  2. Clubes de Investimento – Os clubes de investimento são formados por pessoas físicas, em grupo, que procuram os serviços de uma corretora. Uma dessas pessoas se torna a representante e se é, então, responsável por transmitir as ordens de compra e venda decidida pelo conjunto.
  3. Fundos de Investimento – O investidor de um fundo de investimento compra cotas de um fundo de ações, administrado por uma Corretora de Valores, um Banco ou um Gestor de Recursos independente, autorizado pela CVM.
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Por que ler o blog Um Investidor Iniciante na Bolsa de Valores

Postado por Alessandro Martins em - Uncategorized

Acompanhe este blog se:

  • Você quer investir na bolsa de valores, mas não sabe como começar.
  • Quer ter um informativo muito básico para o aprendizado gradual da análise do mercado de ações.
  • Pretende atuar na bolsa de valores mesmo que com pouco dinheiro no início.
  • Gostaria de acompanhar o progresso do aprendizado de um iniciante como você para comparar com o seu.
  • Quer ter maior independência financeira.

Mas lembre-se, se por ventura for mencionado algum investimento for mencionado, caso decida segui-lo você o fará por próprios conta e risco.

Este blog não tem por objetivo indicar qual o melhor investimento ou se responsabilizar pela tomada de decisões do leitor.

A idéia é dar ferramentas para que ele por conta própria descubra isso.

Não pretendo dar o peixe nem ensinar a pescar. A idéia é sim que você assimile novos conhecimentos enquanto me obseva a aprender a tirar os bichos da água.

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Por que criei o blog Um Investidor Iniciante na Bolsa de Valores

Postado por Alessandro Martins em - Uncategorized

A idéia de um blog sobre meus primeiros passos na bolsa de valores surgiu por diversas razões.

  1. Fixar meus novos conhecimentos. Ao escrever, pretendo sedimentar o que aprendo.
  2. Compartilhar esses conhecimentos, incentivando o leitor a dar também os primeiros passos no mercado de ações.
  3. As dúvidas dos leitores vão me fazer ter novas idéias e questionamentos sobre o assunto.
  4. Possibilidade de gerar arrecadação através deste site, com anunciantes e parceiros, para ter fontes de investimento, criando assim um círculo virtuoso.

Bem. Estou aprendendo e gostaria que você acompanhasse essa evolução.

Desnecessário dizer que o mercado de ações tem seus riscos e quem quer que seja que nele entre deve estar consciente disso.

Portanto, não posso responsabilizar-me por suas atitudes. Qualquer coisa aqui relatada diz respeito apenas às minhas experiências e, se decidir segui-las, deve fazê-lo de livre e espontânea vontade, consciente e sem a minha influência.

Em última instância, a decisão é sua.

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