Mercado de Valores

O que é Mercado de Valores Mobiliários? O Mercado de Valores ou, ainda mais corretamente, Mercado de Valores Mobililiários (não confundir valores mobiliários com imobiliários; para o leigo pode soar estranho, mas é isso mesmo) é aquele em que diz respeito a captações financeiras públicas.

Essas captações podem ser em dinheiro ou qualquer outro bem com valor monetário. Qualquer um pode participar dele. Eu ou você ou qualquer outro que tenha determinada quantia para fornecer (como explicado: em dinheiro ou qualquer outro bem de valor monetário).

Trata-se de um capital de risco para realização de um determinado empreendimento ou projeto. Seu objetivo com isso, através da realização do empreendimento ou projeto, é o lucro, obviamente.

A bolsa de valores é o primeiro exemplo que poderia ser incluído no Mercado de Valores.

Quando você compra ações no mercado bolsa de valores, no momento em que uma empresa abre seu capital, está fornecendo dinheiro para que ela expanda seus negócios, construa, invista contrate e se torne ainda mais competitiva.

Com isso, ela passa a valer mais e as ações que você comprou também. Na bolsa de valores, de uma maneira simplista é assim que funciona.

Lei do Mercado de Valores

Na bolsa de valores, ou em qualquer outro segmento do Mercado de Valores, o investidor não tem poder de gerenciamento direto, mas pode vender sua participação a qualquer momento (no mercado aberto) ou numa data de vencimento previamente especificada, se houver um contrato.

No Brasil, quaisquer valores mobiliários do mercado precisam estar registrados na CVM (Comissão de Valores Mobiliários). Em Portugal, o órgão responsável por isso é a Comissão de Mercado de Valores Mobiliários.

Não é à toa que a bolsa de valores é o primeiro exemplo que nos ocorre: no Brasil os valores mobiliários mais negociados são ações, debêntures e fundos de investimento.

Segundo a lei a Lei nº 6.385, de 7 de dezembro de 1976 – que rege o Mercado de Valores – são valores de mercado mobiliário os seguintes itens:

  • as ações, debêntures e bônus de subscrição;
  • os cupons, direitos, recibos de subscrição e certificados de desdobramento relativos aos valores mobiliários;
  • os certificados de depósito de valores mobiliários;
  • as cédulas de debêntures;
  • as cotas de fundos de investimento em valores mobiliários ou de clubes de investimento em quaisquer ativos;
  • as notas comerciais;
  • os contratos futuros, de opções e outros derivativos, cujos ativos subjacentes sejam valores mobiliários;
  • outros contratos derivativos, independentemente dos ativos subjacentes

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *