Notas sobre a bolsa de valores e afins de 5.11.2008 a 11.11.2008
Por Alessandro Martins, em 11.11.2008 em Ligações com outros sites sobre a bolsa de valores
- Crash 2008 – Animação que explica o Crack de 2008
- Mercado fica de olho em dado de inflação – A agenda de indicadores econômicos fraca pode dar um alívio à Bolsa de Valores de São Paulo no início da semana. “Não há nenhum dado vindo dos Estados Unidos, os balanços são de empresas de menor porte, e no Brasil o mercado aguarda somente a prévia do IGP-M”, diz o analista Erick Scott Hood, da SLW.
- Ibovespa pode voltar a cair, mostra análise gráfica – Mercado mundial estava "distraído" com eleições norte-americanas, diz analista
- 10 questões para entender o tremor na economia – Leia a seguir dez explicações que ajudam a entender a atual crise
- Depois do pânico, chegou a hora da economia real – Discurso oficial é de que o pior já passou. Mas reflexos mais graves ainda podem estar por vir
- Que bolsa influencia qual? – Primeiramente, quem é que manda no mercado, será que o movimento dos mercados aqui nas Américas dita os movimentos na Ásia e na Europa no próximo dia ou será que da mesma forma que o sol aparece os mercados vão afetando uns aos outros?
- Para Spinelli, ação da Petrobras pode subir 93,1% – Ah. Tá. Um dia sobe, né? Quando? Essa corretora diz que até o fim do ano. Sei.
- Obama herda pior clima econômico desde depressão dos anos 30 – E, assim como em 1932, a crise econômica pode piorar nos 75 dias que antecedem a posse, no dia 20 de janeiro de 2009
- Queda no preço é mais dolorosa para o balanço da Vale que cortes – O cenário para as ações da Vale (VALE5, VALE3) mudou muito rápido da semana passada para cá. Em intervalo de dez dias, a companhia desistiu do reajuste junto às siderúrgicas chinesas, anunciou cortes de produção, reportou resultados recordes e divulgou seu programa de investimentos para 2009
- Fluxo cambial em outubro foi o pior desde a crise da Rússia – A saída de moeda estrangeira do Brasil registrada em outubro é a maior desde a crise da Rússia, no final de 1998, que culminou na maxidesvalorização do real em 1999. O resultado negativo de US$ 4,639 bilhões no mês passado é o sétimo pior desde que o Banco Central começou a medir o fluxo cambial, em 1982


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