Invista em livros que ensinam a ganhar dinheiro na Bolsa de Valores
Powered by MaxBlogPress  

RSS Feed for This PostAprenda sobre investimentos

Tudo o que a Petrobras precisa dizer sobre o roubo dos notebooks

O objetivo deste blog não é discutir notícias, mas acho esta interessante. Por tratar-se da Petrobras - empresa em que muitos de nós eventualmente investimos - e por se tratar também de um tema por si só interessante.

Como se sabe, recentemente, alguns notebooks que conteriam dados sigilosos da empresa petrolífera brasileira foram roubados. E, sobre isso, para tranqüilizar ou provocar pânico, os diretores só precisam responder a uma pergunta:

Leia o artigo completo no Guia do Notebook. Um dos pontos interessantes é que qualquer computador pode ter esse recurso de segurança praticamente inquebrável por pessoas mal intencionadas, mas basta que ele não seja usado para que todas as informações importantes fiquem acessíveis.

Então? Os dados dos notebooks estavam criptografados ou não?

Quer investir?

  • Os livros mais vendidos sobre finanças pessoais
  • URL para trackback

    1. 7 Comentário(s)

    2. Por nucingen on 18.2.2008 | Reply

      Há muita coisa estranha a respeito desse roubo dos notebooks da Petrobrás.

      1) as informações estão distorcidas. Já ouvi dizer que foram roubados hds, depois li que foram roubados pcs e hds, e agora leio sobre notebooks.

      2) se os arquivos estivessem criptografados, e supondo que o artigo linkado acima esteja correto sobre o nível de segurança que tal recurso proporcionaria, a Petrobrás já teria informado. A empresa nunca ia omitir uma informação boa em um momento como este. Os hds criptografados eximiriam a Petrobrás de considerável parte de sua responsabilidade e colaborariam com a credibilidade frente aos investidores, certo?

      3) eu sempre usei computadores mas nunca me aprofundei a nível técnico em conhecimentos de informática. Opero um pc qualquer com toda a facilidade mas, ainda assim, acho no mínimo curioso que a Petrobrás faça o transporte de informações tão importantes quanto as que foram roubadas (dados estratégicos sobre áreas de exploração petrolífera) dessa forma inadequada ou talvez antiquada. Sou leigo, mas vejamos: ainda que a Internet não fosse considerada segura o suficiente, não sei como a Petrobrás não teria uma rede própria para transporte de dados como esses. Além disso, ainda que não houvesse outra forma de se fazer o transporte de dados senão pelo deslocamento físico dos notebooks, como podem os cujos ditos ficarem sob a responsabilidade de outra pessoa física - pessoa física esta que sequer é brasileira?? Estranho.

      4) Se isso tudo for fruto de ato de espionagem (eu não estou afirmando, estou lançando uma hipótese), então eu diria que há infiltrados na própria Petrobrás, pois — e, diga-se, não trabalho na Petrobrás e não sei se essa forma de transporte de dados sigilosos é praxe –- a meu ver há muito o que o pessoal da estatal poderia fazer para evitar isso.

    3. Por Jaison on 18.2.2008 | Reply

      Mesmo que os dados estejam criptografados e essa criptografia seja quase impossivel de se quebrar, a criptografia funciona de modo em que só o usuário que criou o arquivo e o criptografou possa abrí-lo, ou então alguem que o mesmo permita. Mas mesmo assim existem programas que burlam isso de maneira muito mais facil, simplesmente mudando a senha do usuário. Assim qualquer pessoa mal intencionada pode trocar a senha e acessar os dados. Proteger dados é bem complicado…

    4. Por Gandalf on 19.2.2008 | Reply

      Coletando as informações já divulgadas, deduzo que as maquinas eram estações de trabalho, com dados específicos de trabalho de campo, dificilmente criptografadas, quem já tentou criptografar alguns dados sabe que mesmo as maquinas mais poderosas ficam lentas para trabalhar com esses dados, então o que normalmente se faz é um pequeno volume criptografado dentro do HD.

      Porém no caso da Petrobras se o código de segurança da empresa fosse tão restrito quanto as informações, que obrigasse a todas estações de trabalho estarem 100% criptografadas, então como o nucingen perguntou o que faziam essas maquinas serem transportadas sozinhas e sem nenhuma restrição.

      Se houvesse necessidade de transporte físico para maior segurança, ele deveria ser feito em HDs preparados e criptografados, viajando acompanhados. Olhando o que já foi divulgado não parece haver muita chance de que esse material estivesse protegido.

      []’s Gandalf

    5. Por Alessandro Martins on 28.2.2008 | Reply

      Parece que pegaram alguns suspeitos do roubo e que a ação foi um crime comum… mas você sabe… duvidar sempre, Nuncingen…

      Abraços~

    6. Por Alessandro Martins on 28.2.2008 | Reply

      Ao que me parece, o fator humano sempre é o mais frágil em qualquer esquema de segurança… abraços do Ale, Jaison.

    7. Por Alessandro Martins on 28.2.2008 | Reply

      Parece que foi um crime comum, meu caro Gandalf…, mas convém duvidar sempre…

    8. Por nucingen on 28.2.2008 | Reply

      Pois é, e inclusive recuperaram parte do material!!

      Mas eu ainda acho muito estranho a forma como o mesmo foi transportado. Se, felizmente, não se trata de um esquema de espionagem, a PETOBRAS deve aproveitar o ocorrido p/ bolar outro modo de transportar informações. Segundo a mídia, as informações contidas nas máquinas eram não apenas estrategicamente importantes, como tb fruto de milhões de reais empregados em pesquisas de altíssimo nível técnico.

      Eu não sei se é comum empresas de grande porte viabilizarem a possibilidade de vigilantes de porto roubarem material dessa natureza e importância.

      Ah, sim, a transportadora Halliburton teria de arcar com sua responsabilidade civil, um quantum indenizatório que provavelmente incluiria o valor dispendido p/ as pesquisas + o valor do lucro provável que a PETOBRAS deixaria de auferir no caso de algum provável concorrente obtê-las (quem estiver com o restante do material já deve ter uma noção de quanto os mesmos valem. E eu diria que alguns atuantes na área petrolífera ou, quem sabe, corretores, poderiam se interessar pelo produto) + na hipótese de isso realmente se concretizar, o descrédito dos investidores na companhia e suas conseqüencias.

      Mas, mesmo que ela viesse um dia a pagar todo o quantum indenizatório, tal se daria depois de um trâmite judiciário, que certamente seria mínimo em relação à velocidade média da celeridade processual no Brasil, dado à grande repercussão do caso; mas, ainda assim, “tempo é dinheiro”…

      Outra: “é melhor prevenir do que remediar”…

    Deixe um comentário